Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores22
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Os papéis do Coronel -

    Harry Laus

    Editora da UFSC
    1997
    122 páginas
    4h 4m
    ISBN-10: 8532800432
    Português Brasileiro
    2.7
    7 avaliações
    Leram15Lendo0Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados7Avaliaram7

    O escritor Harry Laus foi um homem de muitas vidas: viveu, conscienciosamente a carreira de militar, aposentando-se em 1964, foi renomado crítico de artes, conhecido no Brasil inteiro por sua intensa atividade jornalística que se estendeu por trinta anos, com coluna especializada no Rio, São Paulo e várias outras cidades. E também foi escritor. É nessa última atividade que deixa a marca de seus passos na terra. Atividade que, somada à de leitor, foi a verdadeira paixão da sua vida. Seus diários (depositados no Núcleo de Documentação e Pesquisa, UFSC) são testemunhas dessas duas constantes. Em 1988, publica na França (tradução de Claire Cayron) a antológica novela Les réveils de Zenon des Plaies; em 1989, o conto La première balle e uma seleção de contos intitulada Jandira. E, por último, em 1992, Claire Cayron traduz Les Jardins du Colonel, título francês do romance que o leitor brasileiro tem, agora, finalmente oportunidade de conhecer. Embora o belíssimo, e infelizmente já de há muito esgotado, Monólogo de uma Cachorra sem Preconceitos possa ser considerado como romance, o autor classificou-o como novela. Temos, então, com Os Papéis do Coronel, o seu primeiro e único romance, pois Harry Laus faleceu em 1992. Para a tradutora francesa, as eminentes qualidades do texto de Harry Laus são a emoção atingida pela economia de meios a serviço de uma narratividade a mais eficaz possível. Acrescento que, em todos os seus textos, observa-se uma grande contensão, resultado de intenso trabalho. Desse trabalho, são testemunhas os diversos estados do presente livro, todas as versões que antecederam a versão final mostrando Harry Laus como um escritor muito consciente, muito meticuloso, muito refletido. Escrever era uma trabalho ao qual se atirava com sua habitual seriedade e um frenético desejo de atingir ao que visava como ideal: o resumo, o sumo, a essência, nas palavras do Coronel desse relato. Processo sofrido e solitário. Único romance de Harry Laus, o texto coloca seriamente a questão do escrever: como se formam as imagens, a tessitura do texto, a questão das influências e o processo da escrita, deixando-nos, como testamento, esse testemunho de seu processo literário e mais, de suas profundas angústias e questionamentos, o seu caminho interior, a sua ascese. (Zahidé L. Muzart)

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Daniel Coutinho picture
    Daniel Coutinho31/05/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Uma história real?

    Resenha no link abaixo!

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    2.7 / 7
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas43%
    • 1 estrelas0%