Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas9
    • Leitores48
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Auguste Dupin: O primeiro detetive -

    Edgar Allan Poe

    Editora Novo Século
    2019
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788542816235
    Português Brasileiro
    3.5
    23 avaliações
    Leram32Lendo0Querem15Relendo0Abandonos1Resenhas9
    Favoritos1Desejados15Avaliaram23

    Décadas antes do icônico Sherlock Holmes fascinar os leitores com sua astúcia e inteligência, Edgar Allan Poe – a mente por trás de grandes obras da literatura mundial, bem como da gênese do conto da maneira que conhecemos – escreveu "Os assassinatos da Rua Morgue". Nesse conto, somos apresentados ao peculiar monsieur C. Auguste Dupin, criminologista notável por sua inteligência durante a investigação de misteriosos casos de assassinato. E é claro que Poe estava, mais uma vez, fazendo história: Dupin foi o primeiro detetive da literatura, naquela que é considerada a primeira história do gênero a ser publicada. O trabalho do autor foi responsável por influenciar não só a criação de Arthur Conan Doyle como toda história policial, desde aquelas escritas no século 19 até as que são lançadas atualmente. Agora, esse legado ganha um tributo nesta edição, que reúne "Os assassinatos da Rua Morgue", "O mistério de Marie Rogêt" e "A carta furtada", ou seja, a trilogia completa protagonizada pelo detetive de Poe – Auguste Dupin, o primeiro detetive.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (9)Ver mais
    Adriano Tiegs picture
    Adriano Tiegs17/12/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Pretendendo iniciar a leitura de Sherlock Holmes, e já tendo lido muitos contos escritos por Edgar Allan Poe, resolvi finalmente dar uma chance à C. Auguste Dupin, considerado por muitos o primeiro detetive da literatura, e inspiração para o personagem de Arthur Conan Doyle. Logo de início, ao buscar uma edição que contemplasse os três contos com a presença de Dupin, me deparei com avaliações sobre o quão enfadonho e pouco interessantes os contos eram, em especial o segundo. O que encontrei, não poderia ter sido mais diferente. Embora sim, haja muitos momentos "chatos" e cansativos no decorrer de tais contos, os mesmos funcionaram para mim, e acabei finalizando a leitura desta edição em um único dia. - Em "Os assassinatos da rua Morgue" (o melhor dos três contos) conhecemos Dupin, e acompanhamos, junto à ele e ao narrador, sua perspicácia em um caso de assassinato de mãe e filha, em uma residência onde aparentemente ninguém poderia haver entrado ou saído, e onde as evidências apontam para o uso de força sobre-humana. - O segundo conto, "O mistério de Marie Rogêt", é interessante por seu contexto. Poe se baseou no assassinato de uma jovem de nome Mary Rogers, amplamente noticiado na imprensa na época. Assim, mudando nomes e pequenos detalhes, Poe praticamente descreve todos os eventos relacionados ao assassinato real, e até mesmo propõe rumos para os quais a investigação deveria seguir. Uma vez que temos aqui um conto baseado em um crime real, cujos desdobramentos ainda ocorriam, a estrutura do texto se resume ao narrador e à Dupin analisando notícias de vários jornais da época sobre o crime. Particularmente, toda essa estrutura incomum me foi bem satisfatória e envolvente, ainda que aparentemente essa opinião não pareça ser muito popular entre os fãs de Poe. - "A carta furtada", o terceiro conto (esse sim o mais fraco em minha opinião) e mais curto entre os três, traz Dupin e os narradores recebendo o pedido de ajuda de Monsieur G., chefe da polícia parisiense. Aparentemente uma carta de valor político inestimável teria sido roubada dos aposentos reais, e ainda que a identidade do ladrão seja conhecida, a polícia, que precisa agir discretamente, não consegue encontrar a correspondência, mesmo utilizando todo a equipe e material necessário para vasculhar cada centímetro da residência do indivíduo. Ao final da leitura, saí satisfeito, percebendo que o medo inicial de encontrar contos enfadonhos era infundado. Por mais que em alguns momentos Poe divague muito, e o texto pareça rumar para locais sem muito sentido, tais momentos foram pouquíssimos diante de toda a obra. E tendo conhecido Dupin, agora buscarei conhecer outro detetive, desta vez o mais famoso da ficção.

    20 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 23
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas22%
    • 3 estrelas48%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas4%