- Fascismo, como tudo começou: com a crise dos anos 1920, Mussolini iniciou suas ações para o golpe de estado na Itália. - O universo de Albert Einstein além da Física. - 300 anos da fundação de Minas gerais. - O pirata irlandês que se escondeu no Brasil. E mais aventuras na história!
Aventuras na História Nº 203 (Abril de 2020) - Fascismo, como tudo começou
não informado
Abril de 2020
"A gênesis do fascismo" Interessante para reflexões na atualidade, a partir do questionamento de como um país com tanta projeção histórica, cultural e religiosa, teoricamente esclarecido, se deixou seduzir por doutrinamento político ultra radical, agressivo ao próprio povo, que por sua vez também se dispunha a ações bárbaras em defesa de seu governante. Nas considerações abordadas, contribuíram o contexto do pós Primeira Guerra, com consequências como desemprego e fome; a pandemia da gripe espanhola; a crise política que teve vários governos em curto espaço de tempo sem resultados positivos; temor de instalação de governo comunista; ascensão do fascismo com aceitação ou não resistência a ações violentas; a incompreensão do perigo que a organização armada representava para a democracia; e a divisão com enfraquecimento das forças de oposição. Aspectos que a reportagem destaca. Atentemos para os fatos... "Minas Gerais, 300 anos" Entre as abordagens, a riqueza concentrada na região como principal motivação da transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro no século 18, quando os portugueses ficaram mais perto do fluxo e controle. Não entendi a ênfase a esse centro comercial no Brasil como fundamental para manter a unidade brasileira. O texto foi pouco elucidativo... Não seria o contrário, com as demais regiões explodindo em várias revoltas exatamente por compreenderem a situação de abandono em que viviam e a exploração tirânica que os portugueses impunham, como em Minas Gerais? "Um gênio diante de seu tempo" Abordagem biográfica de Einsten. Foi forçação de barra dizer que nasceu anormalmente cabeçudo numa óbvia sugestão a percepção de cérebro grande. Se foi assim, pode ser também que tenha apresentado quadro de desnutrição ou baixo peso, né! (essas bobagens em devaneio são permitidas para leigos como eu, é óbvio!). O que chamou minha atenção foi sua postura no contexto antes da guerra. Segundo os informes, era arrogante, racista e xenófobo. Obviamente, tudo foi transformado em sua personalidade, no que o texto induz por conta da guerra. "Ovo de Páscoa" Trouxe alguns esclarecimentos que não conhecia. Sabia da origem pagã para o coelho e ovo como símbolos pascoais, naquela história relacionada à fertilidade. Coisa de absorção pagã pelo cristianismo, é óbvio! (ainda estou com o filme "O poço" na cabeça, assisti esses dias). A reportagem apresentou elemento que não conhecia, a deusa Ostara ou Easter. Na Europa era associada à chegada da primavera e tinha sempre em sua companhia um coelho e um ovo. Antes da páscoa cristã, as pessoas já se presenteavam com ovos e reverenciavam coelhos. E essa é a origem desses dois símbolos. É óbvio! (xiiiiiii! desapega, mano!) "O que aconteceu com o cadáver de Hitler?" Eita! Dava até um filme. Se matou, cremaram parcialmente às pressas, russos acharam, desenterraram e guardaram, resolveram depois de anos dar fim, guardaram um pedaço da mandíbula em Moscou, e então, em relação ao restante, cremaram e espalharam as cinzas em local desconhecido para evitar visitações com inspirações idólatras e malucas. Por aí... O que o texto registrou... É óbv... "Damas de espada" Reedição de reportagem sobre duelos entre mulheres no período feudal e moderno. O texto conta o embate entre duas distintas damas. Por causa de macho... O destaque são as belíssimas ilustrações. Logo vi, pois a revista já deixou essa fase para trás a muito tempo... "Grande Pirâmide" Outra reedição, sobre a maior das pirâmides em Gizé, no Egito: Quéops, a única das chamadas "Sete Maravilhas do Mundo Antigo" ainda existente. Uma curiosidade que vale o registro é que até a idealização da Torre Eiffel em 1889, foi a mais alta construção da humanidade com seus 137 metros. Pandemia, pandemia, vai embora!
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