"[Jomar Moraes] Iniciou sua vida como simples soldado da Polícia Militar do Maranhão, para sustentar a sua família pobre, junto a um pai músico, como bem nos mostra Félix Alberto Lima, na sua saborosa narrativa sobre a vida familiar do acadêmico. Entrou cedo para a Academia Maranhense de Letras, em 10 de maio de 1969, tendo sido uma atuação notável na publicação da revista da Academia, em suas inciativas culturais e na sua capacidade de agremiação, relatada pelo acadêmico Benedito Buzar. [...] A meu ver, Jomar Moraes se destacou no cenário nacional por sua atuação no Sioge - o serviço de imprensa do Estado do Maranhão - aqui no livro bem assinalado pelo acadêmico Sebastião Moreira Duarte." - Luiza Lobo
