Sofrimento Humano e Cuidado Terapêutico (Coleção Fenomenologia e Psicologia Clínica) -

    Claudia Lins Cardoso (Org.), José Paulo Giovanetti (Org.), Jorge Ponciano Ribeiro, Maria Alice Queiroz de Brito (Lika Queiroz), Maria Madalena Magnabosco, Paulo Eduardo Rodrigues Alves Evangelista, Saleth Salles Horta

    Artesã
    2019
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788570740274
    Português Brasileiro

    A sociedade contemporânea tem sofrido muitas mudanças nos últimos 50 anos. Tanto que, na década de 60 e início dos anos 70, assistimos à segunda revolução individualista, a qual provocou uma profunda transformação na subjetividade contemporânea. Essas mudanças acarretaram uma diversidade de manifestações do sofrimento humano, pois o homem atual teve que se adaptar a uma sociedade cada vez mais globalizada, com exigências de performances e produtividade extremamente desumanas. Essa reorganização da vida cotidiana no atual quadro contemporâneo provocou uma diversidade de sofrimentos humanos que se exprimem em todas as fases da vida humana, desde as crianças, colocadas diante de uma sociedade cada vez mais tecnológica, passando pelos adultos, que devem criar novos rumos de vida, até os idosos, os quais experimentam a proximidade do fim de forma ameaçadora. Dessa forma, a importância da Psicologia Clínica em seu trabalho diante de tantas adversidades, a qual busca ampliar o seu horizonte de ação, tentando ultrapassar a clínica de consultório, a se debruçar na procura por novas ações terapêuticas próprias para esse contexto social em contínua transformação.

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    Jéssica Pimentel  picture
    Jéssica Pimentel 04/07/2025Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Sofrimento humano é cuidado terapêutico

    O livro de modo geral é, muito bom. Traz discursões relevantes para a prática clínica do psicólogo, com base na abordagem da Gestalt-Terapia. É uma leitura didática e leve, mesmo trazendo bastante da teoria, o que facilita a aprendizagem. Somente o primeiro capítulo que achei não ter muito sentido com o restante do livro, por não ter como base a teoria gestáltica, mas não foge muito, já que fala das abordagens existenciais. Gostei muito!

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