Essa foi uma releitura que fiz. Tinha lido em 2018 e, passados cinco anos, tive as mesmas emoções. Essa saga é arrebatadora e muito forte. Fala sobre uma mãe que k Luta incansavelmente pelo amor de sua filha, que não mede esforços, não tem medo nem vergonha de ir atrás de uma filha, ainda que ela a rejeite e a trate mal. Eu tenho um verdadeiro amor por essa duologia. Impossível não se emocionar com Marta e Hildemara. Marta ainda luta para ter o amor de Hildemara, sua filha. Com medo de que ela fosse igual a sua irmã, indefesa e submissa, deu uma criação muito enérgica a Hildemara, forçou a filha a ser quem ela não era e isso fez com que Hildemara crescesse uma mulher dura e fria, as vezes, cruel com a mãe, uma pessoa que não consegue mostrar seus sentimentos. Hildemara tem um problema de saúde e luta para estar bem. Casada com Trip, ela tem dois filhos: Charles, o filho descolado e cheio de amigos, e Carolyn, uma menina triste que cresce sentindo a falta de sua mãe e tem uma verdadeira adoração por sua avó, Marta. Hildemara tem muito ciúmes da filha com a sua mãe. O marido de Hildemara vive viajando e Marta fica com a filha para ajudar com as crianças. Após fortalecer a saúde de Hildemara, Marta volta para sua casa, mas a relação das duas ainda continua péssima. Não há nenhum tipo de diálogo. Zero. A ausência do pai e da mãe, Carolyn vai crescer como uma menina frágil, carente e introspectiva. Isso trará sérias consequências para ela. Em um salto no tempo, Carolyn vai para a faculdade e Charlie se alista no exército e é enviado ao Vietnã. Carolyn não aceita muito bem a ida do irmão para lá, passa a beber descontroladamente e andar com más companhias. Carolyn entra no mundo hippie e conhece um rapaz de quem engravida. Nasce May Flowers, que ao invés de criar laços fortes com sua mãe, se apega emocionalmente com a avó, Hildemara. May Flowers cresce e passa a perceber como é o relacionamento de Hildemara e Marta. E o final é INCRIVELMENTE EMOCIONANTE E DE ARREPIAR!

