Crônica do meu primeiro infarto -

    Alvaro Abreu

    Alvaro Abreu, Mandacaru
    2019
    239 páginas
    7h 58m
    ISBN-10: B082VR4LGM
    Português Brasileiro

    “O tal do infarto espanta as pessoas que o tenham tido e, também as que acreditam que um dia possam vir a tê-lo. Ele nos coloca, a todos, diante das nossas fragilidades e nos mostra um pouco do que andamos fazendo de errado com nosso corpo e nossa alma” Se o leitor tem ou já teve algum problema cardíaco, este livro será motivo para comparações emocionantes. Se não teve, trará efeitos salutares de advertência. De qualquer modo, o resultado é lucro, pois a rama da doença é abordada com muito humor e ironia (de que não escapa o próprio paciente escritor), e com alto astral capaz de exorcizar os maus eflúvios da hipocondria, da qual todos somos portadores em maior ou menor grau. Nesta CRÔNICA DO MEU PRIMEIRO INFARTO, Alvaro Abreu, um capixaba quarentão que estreia como escritor consumado (no que puxou aos tios Newton e Rubem Braga), relata com bom humor e ironia o episódio dramático que mudou a sua vida. Professor universitário, engenheiro, especialista em desenvolvimento tecnológico, consultor de empresas, homem viajado, amante dos esportes e das artes, da boa conversa e do convívio familiar (ele é pai de 5 filhos), Alvaro usa o bom senso e a sensibilidade para superar as angústias provocadas por um infarto e para mudar seus hábitos na mesa e na vida. Acabando por descobrir maravilhado os poderes curativos de usar as mãos para fazer centenas de colheres de bambu ou escrever um livro como este. Um texto ágil e leve que apesar de ter por tema a sombra da morte, é sobretudo uma lição de vida.

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    Taissa Ruschi02/07/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Livro inspirador de uma escrita envolvente!

    Uma leitura divertida, tocante e inspiradora, especialmente durante essa pandemia que estamos vivenciando. O autor, nessa autobiografia, relata como se reinventou e se desconstruiu diante de um sério problema de saúde, mudando de hábitos, criando novas ocupações (como as colheres de bambu) e valorizando mais o que se há de valorizar: família, amigos e atividades prazerosas. Um livro daqueles que se lê devagar com pena de que acabe. A escrita de Álvaro é bem-humorada e envolvente. Livro formidável!

    1 curtida

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