Legado Kardequiano -

    Marco Prisco/Divaldo Pereira Franco

    Mansão do Caminho
    1966
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-13: 0000000000001
    Português Brasileiro

    O Evangelho de Jesus, depois dos tempos heroicos, passou entre os homens a plano secundário. Lição perene de amor, foi transformado por muito tempo em arma sanguissedenta e destruidora. À Revelação dos Espíritos e à lógica incomparável do pedagogo de Lyon coube, por destinação histórica, a sua ressurreição e atualidade. Ao advento da publicação de O Livro dos Espíritos, reapareceu, então, cristalino e excelente, nos conceitos apresentados, sem o que ficaria reduzido, como esteve, às incongruências da “letra que mata”. Homenageando o impoluto codificador do Espiritismo, utilizamo- nos dos 3º e 4º livros de O Livro dos Espíritos – fontes geratrizes de O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Céu e o Inferno, respectivamente – exponenciais códigos de leis morais, esperanças e consolações, para alguns estudos inspirados nas questões formuladas por Allan Kardec e respondidas pelas “Vozes do Céu”. Achamos de muita necessidade tais estudos e meditações, por considerarmos a Codificação Kardequiana um legado de transcendente valor, que merece ser penetrado com mente e coração, para ser devidamente compreendido. A Doutrina Espírita, conforme no-la apresentou o mestre, é um oceano de luzes, que não pode ser conhecido nem devassado facilmente. Marco Prisco

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    Eli Venancio15/01/2018Resenhou um livro
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    ALVITRES

    Não aguarde a visita do sofrimento para que a prece se enfloresça em seus lábios. Aproveite a pausa de paz para exercitar a oração. Não espere a enfermidade purificadora para que a chama da fé arda em seu coração. Use a saúde para o desenvolvimento da crença legítima em sua alma. Não relegue para a velhice o programa espiritual de aprimoramento íntimo. Aplique a mocidade do corpo para regularizar velhas dívidas e não assumir novos débitos para o futuro. Não transfira para depois o ensejo de ajudar. Sirva-se do momento que passa e atenda aos deveres que lhe competem. Não retardes o instante de reparar o mal. Movimente os recursos à disposição e procure o adversário, enquanto caminha com ele. Não recue o compromisso como bem. Ponha-se a edificar, quanto antes, para maior rendimento do seu espírito. Não detenha a bondade sob o peso das decepções que você experimentou. Faça da ternura uma amiga e distenda seus braços conscientemente, na conjugação do verbo ajudar. Não diga amanhã. Hoje brilha a sua oportunidade. Depois, terá perdido a grande ocasião de edificar com Jesus. Não acredite que o Pai Celeste seja um remendão de andrajos físicos ou morais, de quem você somente recorda para pedir conserto. Ofereça o material de que dispõe e renove, com o auxílio dEle, o mundo inteiro, sabendo “muito bem com que fim atua” na romagem carnal.

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