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    A arte de ter razão: 38 estratégias para vencer qualquer debate

    Arthur Schopenhauer

    Edipro
    2020
    98 páginas
    3h 16m
    ISBN-13: 9788552101185
    Português Brasileiro
    3.5
    12 avaliações
    Leram18Lendo3Querem21Relendo0Abandonos0Resenhas5
    Favoritos0Desejados21Avaliaram12
    Resenhas (5)Ver mais
    Dennis Silva picture
    Dennis Silva22/09/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Naah...

    O livro entrega o que o título promete, um manual de dialética erística, um guia de como (parecer) ter razão. Nesse sentido o livro é ótimo. Porém... Como introdução à filosofia de Schopenhauer é de pouco ou nenhum valor.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 12
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas8%
    Arthur Schopenhauer profile picture

    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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