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    La ilustre casa de Ramires -

    Eça de Queiroz

    Editorial Cátedra
    2004
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-13: 9788437621845
    Espanhol
    5
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    Eça de Queiros (1845-1900) es sin duda el novelista portugués más conocido del siglo XIX. Perteneciente a una ilustre familia, pero nacido ilegítimo, ha concitado con frecuencia la atención de los biógrafos tanto por la singularidad de su peripecia vital como por su estrecha imbricación con las figuras más representativas del panorama político, social y literario del Portugal de su tiempo: Antero de Quental, Teófilo Braga, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro. Exaltado naturalista y exquisito decadente, portó el entorchado de la literatura de combate y el del culto a la forma. La crítica coincide en considerar que «La ilustre casa de Ramires» (1900) ostenta la perfección de una obra de madurez. Su anécdota puede resumirse en los términos que siguen: habita el vetusto y legendario solar de Santa Ireneia Gonçalo Mendes Ramires, joven hidalgo del más rancio abolengo portugués, quien acomete la redacción de una historia sobre sus antepasados, «La torre de don Ramires». Nos hallamos por tanto con una novela dentro de otra; en primer término las vicisitudes del aristócrata finisecular arruinado y, por otra parte, los gloriosos hechos de su ancestro Tructesindo en el siglo XII recogidos en la relación que el propio protagonista elabora.

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    Yasmin29/03/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Querido Hidalgo de la Torre

    José Maria Eça de Queirós es, sin duda, uno de los grandes escritores del siglo XIX, y aquí tenemos una prueba definitiva de tal hecho. Esta es, si no me equivoco, su última obra publicada en vida y no puedo dejar de notar el elemento poético que ejemplifica la frase: “cerrar con broche de oro”. A pesar de lo mencionado, no voy a referirme a la analogía hecha por Eça dentro de la obra pues me parece importante que el lector la descubra como un todo. Así las cosas, nuestro querido Hidalgo de la Torre, Gonçalo Mendes Ramires es el centro de atención y nos sumergimos en su historia mientras intenta escribir -a duras penas- una novela acerca de sus antepasados, entra en la carrera de las aspiraciones matrimoniales (nada fácil en esos tiempos) y de las aspiraciones políticas, al mismo tiempo que intenta administrar sus tierras y de cierta forma sus relaciones y su entorno. Mi parte favorita es la riquísima vida interior de nuestro protagonista, sus reflexiones, sus motivaciones y sus aprendizajes en ese estilo narrativo tan detallado y característico. A su alrededor giran varios personajes no menos interesantes y, honestamente, me hubiera gustado muchísimo saber más de ciertas líneas sugeridas a lo largo de la narración al respecto de ciertas personas o sucesos, pero también entiendo porqué el autor toma ese camino, ya que todo queda muy claro cuando se desvela la conclusión.

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    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    José Maria de Eça de Queiroz