Realmente não é nada surpreendente falar que mais um livro dessa brilhante série da Meg Cabot é excelente. Mas esse, em especial, superou minhas expectativas.
Com uma história envolvente e viciante, é quase impossível parar de ler. Acho que até aqui é o mais engraçado (a Suze está ainda mais sarcástica e admirável nesse volume), o mais cheio de mistérios (que deixam o leitor louco para entender e desvendar) e ainda possui cenas arrepiantes que talvez faltassem nos volumes anteriores.
O romance é um caso à parte em "A hora mais sombria". Não que faltasse romance nos outros três livros da série, mas nesse DEFINITIVAMENTE há muitoooo mais. Até porque tudo gira em torno do romance, pois nada teria acontecido não fosse a paixão (impossível?) da nossa querida protagonista pelo encantador Jesse.
Há também os novos personagens: o pequeno Jack e o intrigante Paul. Estou surtando para saber mais desse último, pois o final deixou muita coisa pendente nessa área.
E para falar em cenas memoráveis? Eu citaria uma em que a Suze se enfia no quarto do Mestre para passar a noite, tentando evitar a louca da Maria de Silva, com sua faca. É muito divertido ver todas aquelas ferramentas escondidas sob o lençol da Suzannah (machado, martelo, picareta...) e mais ainda quando o Jesse também as vê e começa um ataque de risos. E a ceninha que se segue além de divertida é tão doce. É muito fofo ver a preocupação do Jesse com sua "hermosa". A cena final então, nem se fala. Me deixou com gosto de quero mais.
Resumindo, "A hora mais sombria" tem tudo que um ótimo livro precisa ter. Talvez o que faltasse nele seria só mais páginas, pois quando acaba, o sentimento de frustração por querer continuar sabendo a história é enorme.
Brilhante, brilhante, brilhante! Recomendadíssimo!