Imperatriz no Fim do Mundo - Memórias dúbias de Amélia de Leuchtemberg

    Ivanir Calado

    [Rio de Janeiro] Ediouro Publicações / Tecnoprint
    2001
    328 páginas
    10h 56m
    ISBN-13: 9788500010378
    Português Brasileiro

    A princesa Amélia tinha 17 anos quando se tornou a segunda esposa de D. Pedro I. Ao chegar virou pelo avesso o coração do imperador, os costumes da corte e a política nacional. Nestas memórias insólitas, cento e cinquenta anos depois de morta, ela tenta reconstruir a própria história: um trabalho de detetive cheio de pistas falsas e versões contraditórias, lutando contra o esquecimento definitivo. Um dos livros em seu se baseou a minissérie da TV Globo "O Quinto dos Infernos." Amélia deve ser agradecida a Ivanir Calado. Ao recriá-la sem a empáfia dos biógrafos, o autor impede que a imperatriz do Brasil passe a merecer qualquer tipo de culto como objeto, deixando-a apenas reocupar seu lugar na memória cultural da nação. – Jornal de Brasília. A busca desesperada de Amélia dos retalhos de sua vida na confusa memória nacional é o fio condutor de uma narrativa estimulante e prazerosa, um romance histórico que o leitor sorverá da primeira à última linha com encanto e sabor. – Diário Popular, São Paulo. Suas “memórias dúbias” ressuscitam a época de forma palpitante e humana (…) e o vaivém cronológico/estrutural também é ótimo, sacudindo o leitor de qualquer complacência. – Malcolm Silverman, crítico literário e brasilianista. Além de ser uma boa biografia e romance, "Imperatriz no Fim do Mundo" é uma importante obra para a história social. Entre recordações de fatos, D. Amélia nos transporta para os costumes palacianos do Brasil e de Portugal. – A Tarde, Salvador. O que torna o romance de Ivanir Calado ainda mais original é sua estrutura e sua qualidade literária. – Jornal do Commercio. Em "Imperatriz no Fim do Mundo" Ivanir Calado demonstra conhecimento técnico e domínio de narrativa no mínimo acima da média. Dá densidade, quando necessária. Acrescenta leveza e humor, se conveniente. – Zero Hora, Porto Alegre. É quando se percebe que fazer história é justamente isso: recriar um passado parcial a partir de uma visão que se modifica com os tempos e os homens. – O Globo. Um dos livros em seu se baseou a minissérie da TV Globo "O Quinto dos Infernos."

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    Iza Silveira picture
    Iza Silveira13/02/2024Resenhou um livro
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    A princesa Amélia de Leuchtemberg , neta de Napoleão, futura imperatriz do Brasil.

    A princesa franco-bávara Amelie (Amélia de Leuchtemberg) da Casa dos Beauharnais, neta de Napoleão, futura imperatriz do Brasil, nasceu em 1812, segundo alguns historiadores, em Milão, na Itália. Faleceu em 26 de janeiro de 1873, aos 60 anos, em Lisboa, Portugal, no exílio, pois durante muitos anos ela e sua filha, Maria Amélia de Bragança, nascida na França, foram proibidas pela regência de voltar ao país. Essa proibição foi anulada por D. Pedro ll ao assumir o trono, fato que levou ao reconhecimento de sua irmã caçula, filha de D. Pedro l com a sua segunda esposa, a imperatriz Amélia, como princesa do Brasil, dez anos após o falecimento da jovem de 22 anos, na Ilha da Madeira, em Portugal, em decorrência da Tuberculose, mesma doença que vitimou o seu pai, Pedro l do Brasil e Pedro lV de Portugal. Após a morte de Dom Pedro I, em 24 de setembro de 1834, em Queluz, Portugal, Amélia não se casou novamente.

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