Este é um diário de viagem, viagem aos extremos da lusotropicalidade, viagem a Macau, Goa, Damão, Diu e Dadrá-Nagar Haveli, onde menos de dez por cento das populações ainda fala português, perseverança deles, advertência para nós. A língua portuguesa também está ameaçada em Guiné-Bissau pelo francês do vizinho Senegal mais rico, sua capital, Dacar, a maior metrópole da África Equatorial Ocidental. Idioma luso igualmente ameaçado pelo inglês de outro vizinho, a África do Sul, em relação a Moçambique cujos trabalhadores para lá vêm migrando em grandes quantidades. Temos de lutar juntos, os lusotropicais, contra estas e outras ameaças e em favor de uma comunidade lusófona também econômica e política. VAMIR CHACON O Presidente de Portugal, Mário Soares, julga o lusotropicalismo: "Essa teoria foi mal aproveitada no tempo do antigo regime, mas, justamente eu quis demonstrar que a obra de Gilberto Freyre era admirada em Portugal, não só por aqueles que eram partidáarios do colonialismo, como pelo Portugal livre, democrático e moderno que eu represento".
Goa e Macau - Diário de uma viagem aos confins da Luso-tropicalidade
Vamireh Chacon
Massangana
1995
118 páginas
3h 56m
ISBN-10: 857019272X
Português Brasileiro
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