The Dragon Republic (The Poppy War #2) -

    R. F. Kuang

    Harper Voyager
    2019
    666 páginas
    22h 12m
    ISBN-13: 9780062662606

    The war is over. The war has just begun. Three times throughout its history, Nikan has fought for its survival in the bloody Poppy Wars. Though the third battle has just ended, shaman and warrior Rin cannot forget the atrocity she committed to save her people. Now she is on the run from her guilt, the opium addiction that holds her like a vice, and the murderous commands of the fiery Phoenix—the vengeful god who has blessed Rin with her fearsome power. Though she does not want to live, she refuses to die until she avenges the traitorous Empress who betrayed Rin’s homeland to its enemies. Her only hope is to join forces with the powerful Dragon Warlord, who plots to conquer Nikan, unseat the Empress, and create a new republic. But neither the Empress nor the Dragon Warlord are what they seem. The more Rin witnesses, the more she fears her love for Nikan will force her to use the Phoenix’s deadly power once more. Because there is nothing Rin won’t sacrifice to save her country . . . and exact her vengeance.

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    Pamella13/03/2022Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Um livro surpreendente (e fantástico) de política e guerra.

    Enquanto que em "The Poppy War" os personagens estão se preparando e entrando na guerra, aqui a gente cai de cara nos conflitos. Mais figuras políticas são introduzidas e agora as dificuldades são outras, além de todos terem que lidar com as consequências do final do primeiro livro. Essa resenha terá spoilers do primeiro volume da trilogia, The Poppy War. Achei esse livro bem mais fácil de ler do que o primeiro, provavelmente porque já me habituei ao universo todo, além de que aqui a densidade da mitologia toda diminui. Mas ainda assim achei o começo do livro difícil de ler. A Rin está afundada no luto pelo Altan e a perda dele é o que a motiva pra tudo (via angry issues). Isso, para mim, inicialmente foi bem cansativo. Além disso, a guerra também demora pra andar, a gente fica um bom tempo sendo introduzido as figuras dos Warlords (destaque pro pai do Nezha, o Vesra, que é uma figura muito forte e intrigante nesse livro) e também a imperatriz Daji que finalmente aparece mais e de forma mais pessoal! Uma personagem tão emblemática assim sendo mais explorada é um refresco. Enfim, eu senti que a história só vai andar MESMO lá pelos 60% do livro e isso me cansou muito, mas o final foi INCRÍVEL, os últimos 40% são só tiro, porrada e bomba a cada página. Falando novamente dos personagens, a R.F. Kuang continua ótima no desenvolvimento. Destaque pra construção do Kitay e outros companheiros da Rin (que não citarei pra não spoilar) que tem jornadas bem coerentes. Muita coisa do primeiro livro é trazida à tona e explicada com mais detalhes e até plot twist, foi bem satisfatório. Os horrores de guerra continuam, tão fortes quanto os do primeiro livro. Essa história não tem dó de esfregar na nossa cara a crueldade da guerra. Eu nunca senti que é por shock value, sinto que é pra retratar como é mesmo, combina com a história, mesmo que seja pesadíssimo de ler. Eu reclamei na minha resenha de Poppy War que aquele livro tinha muitos clichês de fantasia jovem e isso, FINALMENTE, ficou pra trás naquele livro. Em Dragon Republic todas as abordagens são mais maduras e surpreendentes. Também quero citar que mesmo que a densidade das informações tenha diminuído, a gente continua descobrindo coisas muito legais do passado de Nikan (e das Poppy Wars). Algumas coisas foram reveladas, por exemplo, sobre o Trifecta, que foram muito surpreendentes e boas de ler. A autora desse livro sabe muito bem amarrar os elementos mágicos desse mundo. O final deste livro é muito bom. Meu queixo tá caído no chão até agora. Eu queria que todo o livro tivesse me dado essa sensação porque achei o começo bem cansativo, me deu vontade de abandonar, mas no final senti que a luta valeu a pena.

    60 curtidas

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