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    A Ilha de Coral (Adaptado) (Coleção Calouro) - Texto em português de Nélida Piñon

    Nélida Piñon

    Edições de Ouro / Tecnoprint
    1970
    169 páginas
    5h 38m
    ISBN-13: 9780000686497
    Português Brasileiro
    3.7
    33 avaliações
    Leram51Lendo7Querem79Relendo0Abandonos2Resenhas3
    Favoritos0Desejados79Avaliaram33

    The Coral Island (1858) '-' Três garotos terão suas vidas mudadas completamente após sobreviverem a uma tempestade que destruiu o barco onde estavam e os jogou em uma ilha aparentemente deserta. ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/R._M._Ballantyne https://en.wikipedia.org/wiki/R._M._Ballantyne

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    Resenhas (3)Ver mais
    Jair Junior picture
    Jair Junior28/06/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A odisséia do Vagamundo

    O livro é antigo e é destas leituras que te compelem a ser uma pessoa melhor. O autor narra em tom de epopéia, quase como um épico sem a parte da poesia, e se elogia tanto que em alguns momentos tu pensa que a autoestima do rapaz não só está em dia, como está beeeem elevada. Na narrativa temos Ralph, o garoto que ri pouco e que por isso é sempre alvo de piadinhas. (hoje em dia chamado de bullying) dentre as piadinhas, uma delas é o apelido de Ralph "Rover", porque o garoto desde pequeno só queria saber de viajar pelos mares e conhecer lugares e pessoas. Um dia, Ralph ouve uma história sobre as Ilhas de Corais e fica com vontade de conhecer... uns cinco anos depois ele convence o pai a deixá-lo partir em uma aventura. Então... Navio. Mar. Peixes estranhos. Tempestade. Naufrágio. Logo nos pegamos em uma ilha deserta, e apenas três sobreviventes. Lembrando que em 1850 ainda havia monarquias, então ainda estávamos com um pézinho na idade média. O que quero dizer é que o pensamento do autor e dos personagens eram diferentes, e quando digo diferente quero dizer, "antiquado" para a maioria dos pós-modernos. Note por exemplo que, a ilha era habitada por tribos antropofágicas, os naufragos eram acho que ingleses, então o caos, o desconhecido, não estava no grupo. No grupo a ordem era predominante, uma certa hierarquia fora montada logo que se veem perdidos na ilha, estabelecida assim: Jack é o rei, Ralph o Primeiro-ministro e Peterkin que era o mais jovem não queria título, seria só um cidadão comum da ilha. Não havia problemas entre eles, o problema eram os outros, que na época eram não-cristãos e canibais. Enfim, eles lidam muito bem com os piratas e com os nativos e acaba dando uma esperancinha, de que a natureza humana é boa.

    7 curtidas

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    3.7 / 33
    • 5 estrelas33%
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    • 2 estrelas18%
    • 1 estrelas0%
    Nélida Cuíñas Piñón profile picture

    Nélida Cuíñas Piñón

    Quarta mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras e primeira a presidir a instituição, Nélida Piñon é uma referência na literatura brasileira. Passando a ocupar, em 1990, a cadeira que antes pertencera a Aurélio Buarque de Holanda, foi eleita Secretária Geral da casa em 1995 e no ano seguinte já era a presidente da Casa de Machado de Assis. Nélida Piñon nasceu em Vila Isabel, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 3 de maio de 1937. Por ser de uma família originária da Galícia que há 70 anos vivia no Brasil, Nélida estudou por 13 anos na Espanha antes de cursar jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

    55 Livros
    71 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Nélida Cuíñas Piñón