E nessa unidade vamos de exploração e tour pela capital do reino que o Griffith está conquistando: a falconia.
Achei a cidade completamente inusitada, linda, um sonho de qualquer arquiteto e uma utopia: em meio ao inferno que a guerra no mundo está destruindo e trazendo as piores mazelas àqueles que sobrevivem, como a fome, as feridas, escombros e traumas, a capital dele é o próprio paraíso.
Nesse capítulo nem parece que há guerra e desarmonia, parece algo como o éden, religioso e calmo.
Em contrapartida, as cenas fo Ricket botando tudo para fora foi linda demais, ele deixando claro todo o ódio que sentiu do Griffith pelo que ele fez no passado e por agora não o reconhecer.
Adorei a fala dele: Eu sirvo ao bando do falcão não o falcão de luz!!!