Em Reino de Cobre, segundo volume da Trilogia de Daevabad, temos a continuação da história de Nahri, que após ser retirada de sua casa no Cairo e inserida na deslumbrante e traiçoeira corte de Daevabad, e ter passado por uma Batalha que deixou o Reino devastado, descobriu que precisaria de todos os seus instintos de vigarista para sobreviver e se adequar às novas exigências do Rei Ghassan Al Qahtan.
Porém com uma nova batalha iminente entre os clãs por causa da política esmagadora da cidade, Nahri terá seu mundo mais uma vez abalado, precisará formar alianças e aceitar seus poderes que nunca sonhou em possuir.
Essa trilogia é uma fantasia épica inspirada na mitologia persa, repleta de intrigas políticas, guerras entre tribos rivais, migalhas de romance e muita magia. É um universo complexo e fascinante na mesma medida, trazendo referências culturais e religiosas de diversos povos.
Amei essa continuação e as perguntas que ficaram foram: O quê? E agora?
P.S.: O quarto livro, O Reino de Prata, é uma junção de contos para serem lidos desde o primeiro volume da Trilogia de Daevabad.
"Proteja aqueles que fui forçado a deixar para trás e quando chegar minha hora… Quando chegar minha hora, por favor, tenha mais piedade de mim do que meu pai teve."
"O fato de ela ser uma ladra ardilosa que mentia com a mesma facilidade com que respirava parecia prova de todos os estereótipos negativos que Dara ouvira sobre os shafits."
"Afeição é uma fraqueza para pessoas como nós, algo a ser escondido daqueles que gostariam de nos ferir. Uma ameaça a um ente querido é um método mais eficiente de controle do que semanas de tortura."
"Era como entrar em um paraíso havia muito abandonado; um imenso mundo construído por seres que eles mal conseguiam entender."
"Um povo não prospera sob tiranos. As pessoas não inventam inovações quando estão ocupadas tentando permanecer vivas, nem oferecem ideias criativas quando erros são punidos com os cascos de um karkadann."
"Estou cansado de todos nesta cidade se alimentando de vingança. Estou cansado de ensinar nossas crianças a odiar e temer outras crianças porque os pais delas são nossos inimigos. E estou farto de agir como se a única forma de salvar nosso povo fosse eliminar todos que podem se opor a nós, como se nossos inimigos não fossem retribuir o favor assim que o equilíbrio da balança se deslocar."
"Qualquer que fosse a história entre eles, não achava que teria a coragem de ver o homem gentil que construíra aquele escritório, aquela homenagem silenciosa ao lar que ainda amava – o homem que a ensinara a ler e a ajudara a conjurar chamas pela primeira vez – ser executado na arena."
"Embora tivesse ouvido chamar seu nome, o amigo parecia a um mundo de distância. Tudo parecia, exceto pelas estrelas que o chamavam e o sangue morno que se empoçava sob ele."
"Sou a arma que os Nahid fizeram de mim. Nada mais, nada menos, e aparentemente por toda a eternidade."