Decidi demorar um tempo para fazer essa resenha por querer esfriar minha cabeça e tentar analisar o motivo de ter não ter gostado tanto desse livro quanto eu gostei do primeiro, considerando que aqui as cenas de abuso são quase nulas e o Mo Ran se tornou um cara muito bacana; se você está lendo isso, é porque finalmente consegui achar os motivos para isso.
Os primeiros capítulos foram muito legais, tanto que li consideravelmente rápido. Gostei muito do tapa na cara que o Mo Ran levou e que percebeu que o Chu Wanning não apenas tinha um trava muito grande quando o quesito era deixar seus sentimentos transparecer (tenho kinnie), mas também foi um Shizun exemplar que tentou ensinar o máximo que podia e protegia seus alunos.
No entanto, tudo começou a desandar depois que o Chu Wanning acordou.
Acho que a Meatbun pecou pelo excesso, o bom e velho encher linguiça. Tem capítulos ali sem muita necessidade, além de mostrar o grande T que um sente pelo outro, e, cara, não precisava disso para mostrar. Em capítulos úteis de verdade para trama, esse tópico estava bem explícito.
Além disso, a Meatbun repetiu as informações que já tinha entendido e absorvido muitas vezes. É sério, não precisava ficar repetindo o tempo todo sobre como o corpo do Mo Ran é dourado que beira ao pecado, como suas costas são sexys e como ele tem um tamanho inigualável e quase inexistente de seu pilar. E sobre a pinta na orelha no Chu Wanning e como ele é sensível ali e o Mo Ran quer MUITO chupar ali. JÁ ENTENDI QUE ELES QUER SE COMER, POR FAVOR VOLTA PARA TRAMA.
Por isso, quando voltou para a trama principal e a ação estava acontecendo, já estava esgotada desse livro e só querendo terminar logo. Minha animação aumentou um pouquinho com o decorrer das coisas, mas nada comparado com o início; acabou que fiquei postergando e só terminei pouco tempo atrás uma leitura que não devia levar um mês (esse era meu plano).
Não faço ideia de quando ou se vou ler o terceiro livro, já que, devo confessar, estou um tanto enjoada desse universo, embora queira muito ver o Chu Wanning sendo feliz, contudo isso não é o suficiente para me fazer enfrentar mil páginas de muito sofrimento. Ou talvez comece mês que vem após uma coragem súbita (foi o que aconteceu com esse daqui), afinal sou hipócrita.
Talvez eu só seja chata mesmo.