Eugênio é um homem que se debruça na própria insegurança, mas que carrega dentro do peito a tolice inata de todos os homens, a ânsia pelo brilho da conquista, e a ambição cega e escorregadia. Algumas passagens me intrigaram profundamente, como o discurso de Simão sobre os judeus. A sensibilidade iluminada de Olívia, foi, desde o primeiro contato, o farol de Eugênio. Olívia está para Eugênio como Clarice Lispector está para mim — um guia; a voz que sussurra o que a consciência precisa.









