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    A arte de ter razão: 38 estratagemas (Vozes de Bolso)

    Arthur Schopenhauer

    Editora Vozes
    2017
    65 páginas
    2h 10m
    ISBN-13: 9788532656933
    Português Brasileiro
    3.3
    26 avaliações
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    Resenhas (9)Ver mais
    Mateus Zippel picture
    Mateus Zippel02/11/2023Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Ô Shopenzinho, meu chapa!

    Em tempos de rede social e extrema polarização esse livro ajuda em nada, além de cientificamente invalido pois nos pensamentos polarizados ou pseudocientíficos não se desconstrói no porradeiro argumentativo e sim com educação. Livro curto e desnecessário, Shopenhauer tem outros melhores.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.3 / 26
    • 5 estrelas12%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas42%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas8%
    Arthur Schopenhauer profile picture

    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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