- O fim do câncer? - Deus existe? - Meditação - Duelo de gigantes: Da'Vinci e Michelangelo E mais informações superinteressantes!
Superinteressante Nº 160 (Janeiro de 2001) - O fim do câncer?
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O século 21 iniciou com reportagem de capa esperançosa e otimista na Superinteressante, sobre a cura do câncer. A doença foi citada sem apelo funesto, aspecto a que é popularmente associada, numa visão de cura a partir da detecção e tratamentos precoces. Para isso são necessários exames rotineiros. Sem esquecer também que a perspectiva foi traçada no que seria ideal. Apesar do otimismo, o câncer ainda está entre as doenças que mais matam no mundo e a perspectiva positiva deveu-se sobretudo a descoberta no contexto de genes (oncogenes) relacionados a produção de células cancerosas a partir de variados estímulos no organismo. Esses genes redirecionam a ação dos outros a seu favor. Teoricamente abriu espaço para visões de terapias e medicamentos que possam ter ação específica e eficiente sobre eles. Complicado de descrever a fisiopatologia, mas é algo que no câncer tem o direcionamento pelos oncogenes. São ponto chave. Segundo a revista, em até 10 anos o câncer seria quase 100% curável. Termos gerais da reportagem, numa simplificação bastante crédula no avanço das pesquisas no novo século... "Deus existe?" A reportagem vê (ou tentar ver) respostas no racionalismo, citando descobertas científicas diversas ao longo da história humana, onde fica em evidência que foi necessário intervenção para que ocorressem, aspecto que tem reformulado o pensamento de alguns cientistas. Não preciso dessas discussões para crer no Deus vivo e verdadeiro. Ademais, O Senhor excede o conhecimento humano com atributos que nossa mente nunca vai entender no racionalismo. O importante é a fé, só assim para se aproximar de Deus. "Isso sim é civilização" Outra reportagem da Super com o tema sobre as formigas. O ponto de destaque é a percepção de sua sociedade com indivíduos que agem voltados sempre para a coletividade e sem necessidade de ações sob ordenança, mas pelo reconhecimento da significância. Legal também a reportagem sob Michelangelo e Da Vinci, que foram contemporâneos e, segundo os informes, cultivavam rivalidade na genialidade. Michelangelo era 23 anos mais novo e era impulsivo, enquanto Leonardo seria mais comedido. Não foram amigos.., Informações apresentadas no texto. Leitura no contexto da pandemia em Macapá, agora numa segunda onda de casos por conta do descuido nas medidas de proteção...
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