O termo “necromante” vem de necromancia, que entende-se que é a suposta arte de se comunicar com o mundo espiritual para obter informações do futuro por meio da invocação dos mortos. Termo também conhecido por referir-se à magia feita com propósitos ruins ou para fazer mal a alguém. O tema já foi utilizado em diversas séries, jogos e é um assunto recorrente em alguns livros de fantasias e terror.
Nesse livros iremos acompanhar a trajetória de autoconhecimento do jovem mago Krupert para superar os próprios limites e proteger sua família, mesmo que para isso precise quebrar as regras de seu mundo e invocar uma magia jamais utilizada. Aventurando-se na misteriosa Terra de Biteron, após ser separado de seu irmão, Logap, para desenvolver habilidades especiais, Krupert enfrentará o desconhecido, clãs rivais, feras abomináveis e o peso de incríveis descobertas, dentre elas o amor e a verdadeira amizade.
A leitura desse livro foi muito tranquila. Embora mais uma vez possamos ver a saga do “herói” o que é típico de se ver em histórias do gênero, achamos características de um universo próprio e original onde vemos um protagonista que não é só bem nem muito menos mal, ele possui suas fraquezas e isso é totalmente visível. O que mais gostei nessa história foi por me lembrar muito cenário de jogos de RPG, onde encontramos os magos, que estão para proteção de um reino ou mesmo destruição, mas também temos a cavalaria de soldados treinados para ser os escudos vivos e ferramenta fundamental em uma guerra.Embora eu tenha tido dificuldade para pronunciar alguns nomes, como por exemplo o do protagonista achei os personagens muito carismáticos e afetuosos o que torna a leitura fluida e não cansativa.
Para amantes de histórias de fantasia, com personagens poderosos e muito criativos, pode ler sem medo de ser feliz esse livro. A leitura é rápida e muito fluida, além de ser um produto de autoria nacional. Vamos valorizar a nossa arte.
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