Uma leitura riquíssima
?Dizem que jamais uma cabeça cortada se colocou, sangrando, na beira do cesto e gritou ao povo: isso não dói!? A cada instante o livro imerge o leitor em uma reflexão profunda sobre a vida e a morte, sobre a banalidade com que se atribui valor a certas vidas e não a outras. Para tirar do leitor o lugar de juiz e algoz, quase nada é dito sobre o crime do condenado. Trata-se de um homem qualquer, que cometeu um crime qualquer, e que foi condenado a morrer em um dia qualquer.




