Carta Branca, livro de estreia de Juliana Bernardo, traz nos versos firmes a leveza de uma sinceridade cortante. Ana Rüsche já anuncia no prefácio que o leitor irá se deparar com um “universo tortuoso e tão claro, tão nítido em seus contornos.” Espontaneidade e clareza, obscuridade e mistério delineiam com harmonia os versos e as imagens do livro. Juliana Bernardo é poeta, taróloga e mochileira. Publicou Carta Branca (2011) e Vitamina (2013), ambos pela Editora Patuá. Desde 2012, organiza saraus, festivais independentes e rodas de conversa sobre escrita e publicação. Cursou Filosofia, na USP, e coeditou a Coleção Edições Maloqueiristas (2014), que reuniu 26 títulos entre poesia, ficção e teatro marginal. Escreve sobre as medicinas da floresta, e edita em casa seus livretos sobre bruxaria e sobre candomblé.
