Marco Polo - ... et Venise découvrit l'Orient

    Keith Miles, David Butler

    Le Livre de Poche
    1983
    544 páginas
    18h 8m
    ISBN-10: 2253033731

    Quand la République de Venise découvrit l'Orient... Marco Polo ouvrit à l'Europe la porte de la Chine... Tout un monde de richesses, d'aventures et de guerres, de cruauté et de beauté, d'exotisme, de sauvagerie et de raffinement. À dix-sept ans, il quittait Venise pour oublier un amour impossible. Sur les traces de son père, il parvint en Chine après avoir bravé les dangers les plus terribles, traversé les déserts brûlants, franchi l'Himalaya et s'être frayé un chemin entre les Sarrasins, les Tartares et les Mongols. Une épopée où la vérité historique et le merveilleux s'enchevêtrent. Une grande saga inspirée du récit même de Marco Polo, Le Million, et d'où a été tirée la grande série télévisée d'Antenne 2 (1982-1983) avec un bataillon de vedettes : Ken Marshal (Marco Polo), Burt Lancaster (le pape), Anne Ban-croft (la mère de Marco), John Gielgud (le doge), Ying Ruo Cheng (Kubilay Khan)... Il y a aussi une série télévisée américaine de 2014 sur la jeunesse de Marco Polo à la cour de Kubilai Khan, diffusée de 2014 à 2016 sur Netflix, ayant deux saisons et un épisode hors-saison, malheureusement annulée par le diffuseur à cause de son haut budget...

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    Cílio Lindemberg30/12/2020Resenhou um livro
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    Eu, descobrindo Marco Polo

    BUTLER, David; MILES, Keith. Marco Polo... et Venise découvrit l’Orient. Tradução: Simonne Huinh. Paris: Le Livre de Poche, 1983. 544 p. Baseado numa série de TV dos anos 80 e escrito em parceria com um de seus roteiristas, Marco Polo conta a história de um explorador e mercador italiano, que realmente existiu (1254-1324) e cujas explorações no oriente (ou na Ásia) foram muito significantes para a época onde viveu tanto para benefício italiano quanto para o proveito chinês durante o que costumava ser conhecido como ‘a rota da seda’, uma rede de comércio que ligava o leste ao oeste e funcionava como um centro econômico, cultural (linguístico também) e político entre os povos do oeste europeu ao leste asiático. Em sua época, Marco Polo foi de grande importância para expansão, conquista e exploração conduzida pelo império mongol, cujo governante, Kubilay Khan (1215-1294), designou Marco como emissário de relações estrangeiras e o enviou para inúmeras missões diplomáticas, graças à inteligência e à humildade que o imperador observou nele. Esse romance, então, assim como a série, faz esse apanhado do todo vivido por Marco desde sua infância em Veneza, criado pelos tios após a morte de sua mãe, seguindo pelo primeiro encontro com seu pai, passando por sua visita pelos desconhecidos países e perigos através da rota da seda até seu encontro e permanência no império do Khan. Narrado em terceira pessoa, inclusive pelo próprio protagonista, Marco Polo conta com uma série de crônicas de viagem baseadas nas próprias feitas pelo explorador veneziano, com direito a todo um retrato político-cultural da Ásia, até então desconhecida pela Europa. Então, contatos interculturais são descritos, bem como a consequência destes em meio aos conflitos da época e o jogo de interesses comerciais. O inesperado e a incerteza são elementos constantes quando da ida em busca por descobertas, e esse romance trata muito disso: de ir ver com seus próprios olhos, de aprender e ensinar, bem como de continuar buscando sempre, procurando encontrar o sentido da vida, ao mesmo tempo em que coleciona/renova o conhecimento que as experiências nos possibilitam. E é incrível como, às vezes, alguns livros vêm para contradizer tudo que está sendo dito bem ao nosso redor, ou ainda mais que somente isso: para que nós constantemente mudemos/revejamos quem nos cerca, quem nos acrescenta, quem nos faz bem, e que os nossos sonhos são maiores, melhores e mais próximos quando nós temos, de fato, pessoas que nos incentivem a buscá-los/vivê-los.

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