“Manter Sadia a Criança Sã”: - as Políticas Públicas de Saúde Materno-Infantil no Piauí de 1930 a 1945

    Joseanne Zingleara Soares Marinho

    Paco Editorial
    2018
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-10: 8546212775
    Português Brasileiro

    O trabalho da Profa. Dra. Joseanne Zingleara trouxe para debate um dos períodos mais ricos da história republicana brasileira: O governo Vargas (1930-1945). Mostra que nesse governo sujeitos e valores pouco destacados na Primeira República passaram a integrar a agenda política nacional, a exemplo das mulheres e crianças e de bens jurídicos como a educação e a saúde pública. A autora apresenta a engenharia institucional de saúde colocada em funcionamento pelo governo Vargas, como a criação do Ministério da Educação e Saúde Pública e dos departamentos de saúde, tornando os serviços dessa área mais presentes no cotidiano da população. Afirma, porém, que no Piauí a melhoria na organização e no acesso aos serviços de saúde não apresentou eficiência extensiva e homogênea, pois foi mais abrangente na capital que no interior do estado. O livro “Manter sadia a criança sã”: as políticas públicas de saúde materno-infantil no Piauí de 1930 a 1945 é uma leitura indispensável para aqueles que desejam discutir a transformação da saúde em um bem público. Convido todos a se deleitarem com esta obra escrita de forma clara e objetiva sobre a História do Brasil República. (Antônia Valtéria Melo Alvarenga, Professora Adjunta dos Cursos de História da Uespi e Uema).

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Rakell Osório picture
    Rakell Osório06/02/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Esse livro é muito importante para o entendimento da História da Saúde no Piauí, desde a Primeira República, até o primeiro governo de Getúlio Vargas. Ela destaca, primeiramente, o projeto de modernização do Piauí, onde era necessário salubridade, higiene e urbanismo (o Piauí não possuía nenhum dos três). Os governadores da Primeira República tratavam a saúde pública como questão secundária, dando mais atenção a partir da década de 1920, com o começo do que chamamos de cultura sanitarista, se intensificando no Governo Vargas. No mesmo período, há o início de uma discussão médica sobre o aumento da mortalidade infantil e a importância da criança na sociedade, como "futuro da nação", sendo tomadas algumas medidas para preservar a saúde materno-infantil, até porque a mãe era importante para o desenvolvimento sadio da criança.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%