O Mundo que Pertenço - Dois anos, 27 países, uma mensagem de esperança, conexão e cuidado.

    Flávio Santos

    Edição do autor
    2020
    291 páginas
    9h 42m
    ISBN-13: 9786500132434
    Português Brasileiro

    Como você se sentiria se o desconhecido fosse a sua única fonte de esperança? Em um contexto no qual a expectativa geralmente é do pior, do mal, no espaço em que o medo poderia ter tomado conta, Flávio vivenciou cuidado, amor e autoconhecimento. Uma França romântica, uma Tailândia instigante, uma Indonésia exótica - lugares inesquecíveis — que foram explorados por um brasileiro decidido a viver a plenitude das conexões humanas, da vulnerabilidade e da entrega. Uma viagem de superação. Projetos de voluntariado em Myanmar e Indonésia. Milhares de histórias de bondade pegando carona pelo Sudeste Asiático e Europa. Flávio viveu não apenas para si, mas para o outro, carimbando seu passaporte com a solidariedade e o acolhimento das pessoas do mundo. Uma experiência de perda e uma grande tomada de consciência sobre a vida dando às vivências de estrada um significado inspirador. Um mundo diferente para aqueles que ousam explorar com os olhos cheios de coragem e afeto.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (6)Ver mais
    Murillo Molissani picture
    Murillo Molissani15/03/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O mundo que pertenço é um mundo de união!

    Já havia dentro de mim o sentimento de admiração pelo Flávio, por acompanhá-lo em seu perfil no instagram as viagens (low-cost) que fazia. (Carona, couchsurfing, voluntariado,...) Após ler o seu livro, esse sentimento de admiração se tornou uma vibração de ação. Emoção externalizada. É de grande admiração que contemplo a sua jornada. Dentre as inúmeras particularidades do livro, uma me chamou a maior atenção e devo aqui fazer o seu foco: “A compaixão e hospitalidade que os viajantes recebem das pessoas ao redor do mundo.” É incrível saber que o Flávio recebe ‘ajuda de estranhos’ na maioria dos lugares e situações. (Mesmo as pessoas falando outra língua, tendo outra cultura.). Me parece aqui que existe uma ética sútil a favor dos ‘viajantes’ Quem nunca ouviu seus pais dizendo “Não confie em estranhos. Não saia na rua, é perigoso. Não aceita uma bala, etc...”? Sendo que na verdade, tudo parte da lei da atração. A realidade é um espelho da nossa consciência. E Flávio faz isso muito bem, em lidar com consciência em suas ações. Uma lição é entregue de bandeja neste livro: Quando confiamos no mundo, ele abre as nossas portas. Parabéns Flavião. Por ter feito essa viagem. ----------------------------------------------------------------- Além disso, ressalto aqui que o livro conta com uma reviravolta na metade do livro em que coloca o viajante em uma situação crucial. Ali é o clímax e é ali que a história começa a acontecer de verdade. Se você quiser ler sobre uma pessoa corajosa, otimista, desenrolada e romântica, e que contribui para um mundo melhor, com mais educação, igualdade, solidariedade, amor e união. Eu te recomendo está obra!

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 28
    • 5 estrelas57%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas4%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%