Fomos Somos Seremos -

    Arthur Webber

    Do autor
    2020
    270 páginas
    9h 0m
    ISBN-13: 9786500085891
    Português Brasileiro

    Escrever foi um ato de salvação. Compartilhar tem sido um ato de coragem. Sentir sempre será um ato de autoconhecimento. Ao longo de 80 crônicas poéticas que caminham pelo passado, presente e futuro, o autor apresenta em seu livro de estreia amores não correspondidos, doloridos e tóxicos. Amores de uma noite só e amores de uma vida inteira. Além do amor da família, dos amigos e aquele mais importante: o amor-próprio. Esse, inclusive, o mais difícil de ser nutrido, em sua opinião. Arthur Webber tem 28 anos, mora em Santa Catarina e é publicitário. Sem saber, começou a criar “Fomos Somos Seremos” em 2014, como forma de terapia para lidar com as coisas que não queria assumir para si mesmo. Escrever foi a sua forma de reaprender a viver. E hoje, ele espera que o livro traga reflexões - muitas vezes - desconfortáveis para remexer a vida de quem ler.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Taize Lima picture
    Taize Lima05/11/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Impactante!

    "Amar nos transforma. Sofrer nos transforma." "Fomos, Somos, Seremos" trata-se de um compilado de crônicas poéticas que fala sobre amores, perdas, vivências e aceitação de uma forma tão real e potente, que é impossível não nos identificarmos em algum momento com algum dos escritos do autor, que por sinal, tem uma capacidade indescritível de colocar em palavras tudo aquilo que sentimos, mas que raramente conseguimos exprimir. É difícil descrever, mas as crônicas apresentadas aqui mexem com as nossas emoções, nos dizem verdades que muitas vezes fingimos não existir, e que colocamos uma venda para não enxergar o que está bem ali, debaixo dos nossos próprios olhos, gritando, exigindo nossa atenção. Falar sobre os diversos aspectos do amor e das relações como um todo, é uma tarefa árdua, afinal, a tão sonhada relação "perfeita" muitas vezes chega até nós de uma forma distorcida, não correspondida, tóxica; que machuca e que mesmo assim insistimos em deixar acontecer, deixar seguir um fluxo que pode se tornar desastroso, principalmente emocionalmente. Essa é uma obra intensa e muito reflexiva, que fala sobre amores e sentimentos profundos, mas é perceptível que existe um grito ainda maior que nos chama a atenção para a importância do amor próprio, ele sim é indispensável. "Somos quem têm coragem de mergulhar? Ou somos aqueles Que têm medo de se afogar? Talvez nós sejamos Um reflexo de tudo o que fomos. Talvez ainda nem tenhamos ideia De tudo o que seremos."

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 4
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas75%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%