Lendas do Celeste Império (Coleção Prestígio) -

    Chiang Sing, Anônimo, Collectif, Collective, Vários Autores, Diversos

    Ediouro / Tecnoprint
    1970
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9788525431745
    Português Brasileiro

    [Assuntos]: Literatura Chinesa: Contos. Lendas. O lótus de cristal. Dragão Dourado. Fênix de Ouro. Jade vermelho. A carta de seda. A flor fantasma. A filha do Imperador de Jade. O sortilégio de Angkor. A ilha mágica de Peng Lai. Dan Lin e a Princesa Estrela. A lenda do Macaco Peregrino. A lenda da Deusa de Seda. A donzela de Jade. O adeus da favorita. O papagaio e a rosa do Jardim Oeste. A Bodisatva. O pincel de barbas de dragão. Os deuses da Montanha Virtuosa. ==== Obs: Inclui introdução do autor, guia de orientação ao leitor e lista de obras da Coleção Prestígio. ==== https://pt.wikipedia.org/wiki/Zhongguó Zhōngguó é um nome que se deu à China no século III a.C.: (...) a dinastia Cin unificou sob sua autoridade um enorme território o qual chamou de Zhōngguó (中國/Terra Central). Séculos depois, as riquezas deste império atraíram exploradores e comerciantes árabes e europeus. Os árabes chamaram a região de Cin, como a antiga família reinante. Os mercadores venezianos, que chegaram depois, transformaram o nome em Cina, que se pronuncia China, passando-se assim à nossa língua. A maioria dos chineses não sabem que Zhōngguó tem um outro nome no resto do mundo. Na língua portuguesa, só se utiliza a denominação "Reino do Meio" como uma alusão direta ao nome Zhōngguó, de modo similar à denominação Império do Sol Nascente para o Japão (日本/Nihon)".

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    Ricardo Figueiredo29/04/2021Resenhou um livro
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    JÁ OUVI FALAR

    Estou, decisivamente, inclinado a conceder para Carmen Seganfredo e A. S. Franchini o selo "Já Ouvi Falar". Se em outras obras a falta de cronologia beirou o absurdo, nesta há definitivamente um mergulho no abismo do absurdo. Isso, pois, a grande maioria das narrativas estão datadas. Isso mesmo, datadas. Em alguns casos não só datadas se referindo a época do evento ocorrido, como a data do documento cujo a tal narrativa foi encontrada. ACREDITEM, ainda assim a obra é um verdadeiro salseiro cronológico. Não me canso de perguntar como ambos conseguiram se formar já que não conseguem levar em consideração o mínimo necessário para que o trabalho pudesse ser referenciado. Isso sem contar que meu outro inimigo (do trabalho de ambos) são as "Referências Pop Interativas". A constatação das mesmas nas obras só reforça a falta de preparo para lhe dar com narrativas - Principalmente para quem pretende executar uma leitura para pesquisa. Há uma diferença colossal entre ponderar um deslize gramatical e se deparar com uma passagem do tipo: "...solte apenas o primeiro parafuso - disse o pai, como diria um italiano ao emprestar a Ferrari ao filho adolescente e pedir que não passasse da primeira marcha". Se existe algum leitor que consegue ponderar uma citação desta numa obra voltada para narrativa social e/ou religiosa datadas de a.C., meus sinceros parabéns, eu não consigo :( No mais... Como insisto em dizer... Nenhuma obra que se volte a narrativas são totalmente dispensáveis: "A narrativa como narrativa supera a displicência" - E nada que notas e fichamentos não resolvam.

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