Esta obra nos traz mais uma inspiração mediúnica do conhecido autor, que nos narra a emocionante história de João Pedro que, durante a infância, enfrentou os problemas da miséria e da pobreza, na difícil sobrevivência, nas ruas da cidade grande, por vários anos da década de cinquenta. Apesar dessa vida, conseguiu, com muita força de vontade, aprender a ler, a escrever, e a trabalhar com os números, conquistando, dessa maneira, ainda menino, um emprego num armazém de secos e molhados. Aos dezoito anos, já com a vida mais equilibrada, sofreu perda irreparável, em tragédia que o arremeteu aos sentimentos do ódio e do desejo de vingança, vindo a ser auxiliado por esclarecedor caderno, manuscrito por um trabalhador do bem, pelo amparo de Ubaldo e pelo amor de Lurdes, uma jovem espírita, pela qual se apaixonou. Com certeza, o amigo leitor, muito se emocionará e muito virá a aprender neste eletrizante romance espírita, onde também verá desfilar possíveis agêneres, Espíritos que se materializam e que, anonimamente, mantém contato conosco, em sublimes tarefas de auxílio.
O Homem do Caderno -
Wilson Frungilo Jr
Trechos importantes!
- O sofrimento nos torna fortes. (...) (p. 18) (...) nunca tenha o pensamento de pagar o mal com o mal, e por mais que venha a ter um grande sofrimento, não se esqueça de que Deus sabe o que é melhor para a nossa vida, para o nosso aprendizado e para nossa evolução. Se formos bons, Ele cuidará do nosso futuro, sobre o qual não devemos nos preocupar muito. Que procure fazer sempre o bem e não se esqueça nunca de que, por menos que tenhamos de possibilidades materiais, sempre haverá uma maneira de auxiliar o próximo, seja dividindo o pouco que temos, seja através de nossas palavras e de nossos gestos de carinho. (p. 48 e 49) (...) deixando que os acontecimentos delineassem o seu futuro. (...) (p. 73) (...) Disse-me que não devemos pagar o mal com o mal e que, por pior que nos aconteça, Deus sabe o que é melhor para nós, para o nosso aprendizado. Que não devemos nos preocupar em demasia com o futuro e que devemos fazer sempre o bem e deixar que Deus cuide de nós. (...) (p. 91) (...) o melhor caminho para a felicidade é o do amor ao próximo, independentemente de quem seja esse próximo. (p. 93) (...) Os olhos dizem tudo. (...) (p. 101) - O senhor confia muito em Deus, não? – perguntou-lhe João Pedro. - Confio, mas só confiar não basta. - Não basta? - Existem muitas pessoas que acham que basta confiar em Deus para que tudo lhe caia dos céus, mas as coisas não funcionam assim. - Não? - Não. É preciso que façamos a nossa parte para que ávida e os bons Espíritos, mensageiros de Jesus, venham em nosso auxílio. Deus criou tudo tão perfeito, que basta que façamos o bem para que a força das coisas e da vida nos favoreça. Mas é preciso que o façamos com sinceridade no coração. E não se pode olvidas que devemos fazer o bem até o limite de nossas forças. Foi o que nos ensinaram os Espíritos Superiores, através das obras de Allan Kardec. Porque fazer o bem com apenas o que nos sobra, não é o suficiente para fazer disparar o grande canhão de auxílio que a vida aponta para nós quando seguimos os ensinamentos do Mestre Jesus, que nos disse que quando dermos de beber, de comer e de vestir a um semelhante que tem sede, fome e frio, é a Ele que estaremos dando. (p. 142) - A exploração do semelhante, por força da ganância, do egoísmo e da busca pelo poder, é um doa erros mais profundos, que somente o ato de ceder ante esses sentimentos, é que iniciará a terapia das mentes doentias e aprisionadas, através de, muitas vezes, séculos, permutando de posição os algozes e as vítimas. (p. 153) Quem ama não pode ser feliz com o sofrimento da pessoa amada. (p. 183) (...) Na verdade, o perdão implica em nova oportunidade. (p. 184) (...) E o fato de reencarnarmos, muitas vezes, com muitas dificuldades e sofrimentos não é castigo, mas aprendizado. (p. 192) (...) Na verdade, a prática é o ponto forte da teoria. (p. 193) (...) Deus não preferências sobre Seus Filhos e dá a todos a mesma oportunidade. Penso que somos nós mesmos quem decidimos o próprio futuro e que nossos sofrimentos e dificuldades, realmente, existem para o nosso aprendizado. (p. 208) (...) A caridade consiste em fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fosse feito. Ela consiste na paciência, na tolerância, na atenção, no ato de saber ouvir, numa palavra ou gesto de carinho, num pequeno favor, num simples sorriso, e na humildade. (p. 216) Se você ainda tem dúvidas, pode acreditar numa coisa: a única e verdadeira felicidade somente poderá ser conquistada quando desejarmos e nos alegrarmos com a felicidade do próximo, porque se a alegria invadir nosso coração apenas com o que nos acontece de bom, essa felicidade é insuficiente se comparada com a felicidade que sentimos cada vez que nos defrontarmos com alguém feliz e, principalmente, se algo tivermos realizado para que esse irmão seja feliz, porque a felicidade que sentirmos somente com o que nos ocorre é limitada, mas a felicidade que tivermos com a felicidade do nosso próximo é uma somatória infinita, porque é infinito o número de irmãos, filhos de Deus. (p. 217 e 218) De qualquer maneira, a exasperação somente nos desequilibra a mente e nos traz sofrimento. Portanto, sejamos pacientes para com o próximo. Afinal, a paciência também é uma bela forma de se exercitar a caridade. (p. 254) Para maiores informações sobre o livro acesse: .
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