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    O dinheiro -

    Émile Zola

    Boitempo
    2021
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9786557170182
    Português Brasileiro
    4.2
    24 avaliações
    Leram33Lendo4Querem75Relendo0Abandonos2Resenhas4
    Favoritos1Desejados75Avaliaram24

    Em Paris, Aristide Saccard recomeça do zero após uma sequência de maus negócios. Após vender sua luxuosa propriedade, inicia um serviço que promete ganhos rápidos a pequenos investidores. Com uma estratégia de divulgação agressiva, seduz vários clientes. Rapidamente, Saccard alcança de novo a riqueza e o prestígio na alta sociedade – mas o negócio que criou é um esquema de investimento fictício e ilegal. Enésimo romance da série Rougon-Macquart e escrito em 1891, O dinheiro aborda a especulação financeira na época em que Paris operava uma das maiores bolsas de valores do mundo. A obra traz muitas similaridades com o mundo contemporâneo com enredos que envolvem crise bancária e financeira, práticas ilícitas, manipulação da imprensa, política, poder e sexo. ==== https://pt.m.wikipedia.org/wiki/L'Argent_(Émile_Zola) https://www.infopedia.pt/artigos/$rougon-macquart

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    Aécio de Paula picture
    Aécio de Paula11/12/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O dinheiro - Émile Zola

    Apesar desse livro ser uma leitura independente na série Rougon Macquart, está ligado ao livros "A fortuna dos Rougon" e "O regabofe". Ambos contam a vida de Aristide Saccard, um membro da família Rougon. Zola disse que esse livro, o dinheiro, foi o mais difícil a ser escrito na série. Não é uma leitura que vai agradar a todos, já que se trata dos aborrecimentos em dissecar a bolsa de valores francesa. Aristide Saccard, já abatido e envelhecido pela vida dissipada contada em "O regabofe", monta um banco chamado Universal que vai triunfar na bolsa de valores. O processo de vida e morte desse banco é bem contado por Zola. Este livro é bem escrito, denso, e indico antes dele os dois romances que mencionei que explicam os antecedentes de Aristide Saccard.

    9 curtidas

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    • 5 estrelas33%
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    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas0%
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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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