Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições4
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas25
    • Leitores215
    • Similares8
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Go Tell the Bees That I Am Gone (Outlander #9) -

    Diana Gabaldon

    Dell
    2021
    912 páginas
    1d 6h 24m
    ISBN-13: 9781101885680
    4
    90 avaliações
    Leram109Lendo13Querem88Relendo0Abandonos5Resenhas25
    Favoritos4Desejados88Avaliaram90

    Jamie Fraser and Claire Randall were torn apart by the Jacobite Rising in 1746, and it took them twenty years to find each other again. Now the American Revolution threatens to do the same. It is 1779 and Claire and Jamie are at last reunited with their daughter, Brianna, her husband, Roger, and their children on Fraser’s Ridge. Having the family together is a dream the Frasers had thought impossible. Yet even in the North Carolina backcountry, the effects of war are being felt. Tensions in the Colonies are great and local feelings run hot enough to boil Hell’s teakettle. Jamie knows loyalties among his tenants are split and it won’t be long until the war is on his doorstep. Brianna and Roger have their own worry: that the dangers that provoked their escape from the twentieth century might catch up to them. Sometimes they question whether risking the perils of the 1700s—among them disease, starvation, and an impending war—was indeed the safer choice for their family. Not so far away, young William Ransom is still coming to terms with the discovery of his true father’s identity—and thus his own—and Lord John Grey has reconciliations to make, and dangers to meet . . . on his son’s behalf, and his own. Meanwhile, the Revolutionary War creeps ever closer to Fraser’s Ridge. And with the family finally together, Jamie and Claire have more at stake than ever before.

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (8)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (25)Ver mais
    Patricia da Silva picture
    Patricia da Silva24/12/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Caramba, que livro ruim...

    Eu tenho uma sensação frustrante, quando leio livros de sagas em que autores mudam o tom de um livro para o outro ao ponto de parecerem esquecer o que escreveram no livro anterior. No caso de Outlander me pergunto: para onde foi aquele caminho interessante da investigação sobre a existência da magia, os viajantes do tempo, os diferentes 'dons mágicos' dessas pessoas? essa parte da estória nunca é abordada satisfatoriamente...são apenas elementos de distração que aparecem de vez em quando para logo cair no esquecimento da autora. Mas além dessa descontinuidade e da narrativa fraca em torno de personagens tão interessantes, há outros fatores que me fazem questionar se quero continuar lendo a saga dessas pessoas por quem tanto me interessei (alguns ainda me interesso, infelizmente) Tive muita dificuldade em terminar esse livro e tenho que reconhecer que o motivo para isso seja, principalmente, a mudança que aconteceu em mim como leitora desde o lançamento do último livro da saga. Algumas abordagens que me provocavam um leve desconforto agora me incomodam MUITO. E essa saga nunca teve a pretensão de ser uma narrativa mais crítica sobre eventos históricos - ela sempre foi essa ficção amorosa/histórica/fantasiosa que usa a história apenas como um adereço, mas que entretém bastante quem gosta do gênero. O que me leva a ter certeza de que a mudança aconteceu em mim. Comecei a ler Outlander mais atraída pelo plot "viagem no tempo/Escócia do século XVIII" do que pelo romance tórrido entre Claire e James, pois em se tratando de romance "açucarado" em ficção histórica, esse é um bem clichê: a mulher inglesa e educada (por tanto civilizada, o que a deixa com aura de superior) se apaixonando pelo escocês líder de clã e guerreiro: uma das referências mais próximas que os ingleses tinham para "seres" selvagens, incivilizados e ignorantes (antes de começarem a invadir outros continentes), portanto, inferiores aos ingleses. Esse é um dos motivos para esse tipo de romance ser tão popular, essa....improbabilidade do amor-romântico entre o que é percebido como civilização (evolução) e selvageria (atraso), entre outros fetiches...A diferença aqui é que a dita mulher vem do "futuro" em relação ao escocês bonitão; felizmente em Outlander há outras personagens, vivendo suas próprias estórias com drama, conflitos, aventuras, oferecendo opções para quem não sentiu tanta empatia assim pelo casal principal (foi uma surpresa agradável poder acompanhar Roger e Brianna, Lorde John, etc) Mas desde que essa saga atravessou o Atlântico, em alguns momentos a narrativa é extremamente desconfortável de ler para quem tem o mínimo de senso crítico sobre esse determinado período escolhido como pano de fundo. De "como essa gente vai sobreviver numa época em que não existia nem antibiótico, com meio mundo lutando ainda com espada e derivados (!?!?)", Outlander passou a ser sobre *A maravilhosa e linda história da Fundação dos EUA*, *Luta pela liberdade dos colonos americanos contra a malvadona Inglaterra*....e eu me pego pensando "não foi pra isso que eu vim aqui", todo esse: - "Conto do bom colonizador": o colonizador bonzinho que só que cuidar do seu povo basicamente formado por pessoas insuportáveis e extremamente religiosas (típicas da Idade Média europeia até os dias de hoje), que vivem em terras roubadas e que acham um absurdo quando os indígenas revidam pois "eles só querem viver a vidinha deles...em terras invadidas....de vez em quando massacrando aldeias inteiras, poxa que mal há nisso?" - Eu odeio toda a menção ao cristianismo feita nesse livro, não importa qual vertente seja é sempre com aquele ar paternalista, condescendente, superior, "quero te converter" - Cada vez que aparece indígenas ou pessoas negras na narrativa...é tão incômodo ler como o discurso da Claire é sempre "ai tadinhos, mas é assim mesmo, o importante é que os escoceses estão prosperando, se multiplicando, tendo terras e estou presenciado a história linda do meu país do coração acontecendo", corta pra ela e Jaime fazendo amor tórrido sobre o céu estrelado do "Novo Mundo" sendo conquistado. E é muito apropriado - para a autora - que o futuro do qual essa personagem veio, ainda seja um momento de pouca ou quase nenhum discussão sobre povos sendo massacrados nesse contexto. Assim ficamos com a narração em 1ª pessoa de quem ainda tem um olhar antiquado e ultrapassado sobre colonialismo. Recentemente, um cemitério de crianças indígenas foi encontrado em um orfanato católico no Canadá, mostrando o caráter genocida e etnocida da colonização europeia por lá, mas a autora achou por bem colocar um personagem indígena criado em um desses orfanatos e mostrar isso como "olha que coisa maravilhosa que o nobre inglês fez ao deixar essa criança órfã nas mãos dos padres, olha como deu tudo certo: ele deixou de ser indígena e se transformou em um 'civilizado' que reza para um santo católico...o único inconveniente é que ele não sabe quem é o papai dele, nem o nome *católico* que a mãe dele *indígena* deu a ele. E daí que ele não sabe de que povo veio?" - Eu não sei nem como comentar a presença daquela tropa de pessoas negras lutando pela Inglaterra - o que os torna automaticamente vilões - e todo aquele ar de "mas como essas pessoas negras estão lutando ao lado do Mal, contra nós que somo os mocinhos, os colonizadores bonzinhos?" Sinceramente, se você vai escrever uma estória em que há personagens que pertencem a grupos étnicos-raciais com um percurso histórico que não é o mesmo que o seu, com formas específicas de compreensão e relação com o mundo que não seja igual ao seu, onde essas especificidades são IMPORTANTES e FUNDAMENTAIS para o desenvolvimento da narrativa - qual é a dificuldade em contratar revisores que sejam desses grupos para dizer "olha, isso aqui soa falso, irreal, no mínimo ingênuo. Esse costume não faz parte do meu povo, essa forma de pensar não condiz com a nossos hábitos naquela época". Eu tenho essa sensação de ler falsidade estereotipada cada vez que tem algum personagem de um grupo em que a Claire não se enquadra, até mesmo se for alguém da Europa, como os escoceses e os irlandeses...é de revirar os olhos. Essa saga sempre foi problemática em vários níveis, mas esse livro em específico, talvez por ter sido o mais fraco entre os que foram lançados, me mostrou que a forma que algumas sagas de ficção histórica escolhem tratar assuntos que merecem mais trato e comprometimento com fatos históricos, já não me agradam mais. Essa em particular parece se arrastar em nome das vendas.

    17 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 90
    • 5 estrelas36%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas2%
    Diana Jean Gabal­don Wat­kins profile picture

    Diana Jean Gabal­don Wat­kins

    Escri­tora ame­ri­cana de ascen­dên­cia mexicano-​americana e inglesa. Gabal­don é autora da famosa série Outlan­der. Os seus livros são difí­ceis de cata­lo­gar den­tro de um género espe­cí­fico, pois con­têm ele­men­tos de fic­ção român­tica, fic­ção his­tó­rica e fic­ção cien­tí­fica (sob a forma de via­gens no tempo). Os seus livros já foram publi­ca­dos em 23 paí­ses e tra­du­zi­dos para 19 lín­guas.

    156 Livros
    1.313 Seguidores
    Arizona, Estados Unidos da América

    Diana Jean Gabal­don Wat­kins