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    Sob a Pirâmide (Juiz do Egito #1) -

    Christian Jacq

    Bertrand Brasil
    1993
    252 páginas
    8h 24m
    ISBN-10: 8528617610
    Português Brasileiro
    3.8
    11 avaliações
    Leram19Lendo1Querem48Relendo0Abandonos0Resenhas2
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    Primeiro volume da nova trilogia do autor best-seller da série Ramsés Ao ser convocado para investigar as mortes misteriosas de cinco vigilantes sob o grande túmulo de Quéops ― a esfinge de Gizé ―, um jovem, inteligente e incorruptível juiz novato vê-se jogado em um viveiro de ganância e corrupção. Sua recusa em assinar um documento que não parecia fazer sentido o leva a descobrir uma trama monstruosa para assassinar o faraó Ramsés, o Grande. Com a ajuda de seu irmão de sangue e de uma bela jovem médica por quem é apaixonado, ele luta para expor a verdade, resolver uma série de assassinatos brutais e frustrar uma tentativa descarada de golpe de Estado. Mas será ele capaz de sobreviver no processo?

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    Valdeci Cunha de Souza picture
    Valdeci Cunha de Souza13/01/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Mais uma série de Christian Jacq que acabei de ler: Juiz do Egito. Mais uma vez a história se passa no Egito Antigo e os três volumes narram acontecimentos no reinado de Ramsés II – O Grande. O Faraó Ramsés precisa encontrar objetos roubados da esfinge que guarda as três pirâmides para dar continuidade ao seu poder sobre as duas terras. O Baixo e o Alto Egito encontram-se em perigo e uma conspiração está em curso para tomar o poder e aniquilar toda a cultura e os mitos do povo do Nilo. Cabe ao Juiz de uma pequena província chamado Paser descobrir a trama e encontrar os objetos sagrados que servem para que o Faraó possa continuar no trono e manter as tradições milenares. No primeiro volume “A Pirâmide Assassinada”, Christian Jacq narra a violação da esfinge e o roubo dos objetos sagrados. O Juiz Paser exerce sua função num pequeno vilarejo ao Sul e é nomeado para ser Juiz em Mênfis próximo as pirâmides de Gizé. Por sua integridade, honestidade e coragem sua fama se espalha pela cidade e um ato meramente burocrático o coloca frente a frente com uma grande conspiração que deseja destronar o grande faraó. Nas suas investigações irá encontrar grandes perigos e ser testado em sua honradez e honestidade. Em Mênfis conhece a médica Néféret que também possui os mesmos princípios éticos e profissionais. Seus auxiliares são um Macaco muito bravo, um policial violento e seu amigo de infância Suti que prefere resolver tudo na ponta da flecha. No segundo volume “A Lei do Deserto” Jacq descreve as aventuras e desventuras do Juiz Paser e sua esposa Néféret na busca dos objetos roubados e o culpado pelo assassinato de seu mestre e mentor Branir. Por ser um juiz incorruptível cai em algumas armadilhas dos conspiradores, é preso no deserto como assassino de seu grande amigo Branir. Cabe aos seus amigos e sua esposa conseguirem provar sua inocência e descobrir toda a trama que colocará o Egito como um governo meramente capitalista sem levar em conta toda sua mitologia e crenças religiosas. No terceiro volume “A Justiça do Vizir” o momento crucial dos conspiradores chega ao seu ponto máximo. Os meses transcorrem sem a solução do enigma e o poder do Faraó está prestes a ser destituído para benefício de Bel-Thran chefe das Duas Casas Brancas (ministro das finanças) e porta-voz dos conspiradores. Paser, por sua competência é nomeado Vizir do Egito e declara uma verdadeira batalha para tentar acabar com o poderio de influências de seu grande inimigo Bel-Thran. Muitos assassinatos, golpes de toda sorte e ações de traição vão minando pouco a pouco o poderio e a influência de Ramsés e seu Vizir. O tempo passa inexoravelmente sem uma solução à vista. É preciso encontrar o pergaminho para a festa de regeneração do Faraó e assim manter seu poder das duas coroas. Com a nomeação de médica chefe do Egito Néféret tenta desesperadamente colocar um pouco de ordem no sistema de saúde do país apesar dos contratempos e artimanhas do inimigo. Suti fugiu para a Núbia e acredita que Paser o abandonou a própria sorte e juntamente com sua amante Pantera enfrenta outros inimigos poderosos e possíveis aliados da teia de conspiradores do Faraó. Além de precisar encontrar os artefatos sagrados, Paser e seus amigos precisam encontrar “o devorador das Sombras” que está tentando matá-lo e é o responsável por inúmeros assassinatos. As festividades da regeneração do Faraó se aproximam e o poder do Faraó já está numa situação bastante crítica. Bel-Thran já se dá como vencedor desta luta e dá sinal que o verdadeiro inimigo ainda não foi descoberto e que ele é apenas um porta-voz dos conspiradores. Sem o pergaminho sagrado é o fim do Egito e uma nova era para o povo do Nilo. Uma era de sofrimento, escravidão e o desrespeito ao sagrado e aos mitos milenares.

    1 curtida

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    Christian Jacq profile picture

    Christian Jacq

    Christian Jacq (Paris, 1947) é um escritor e egiptólogo francês. Escreveu várias obras de ficção sobre o Antigo Egito, notavelmente uma coletânea de cinco livros sobre o faraó Ramsés II, a quem Jacq guarda grande admiração. Até o ano de 2004, já havia escrito mais de cinqüenta livros, incluindo diversas monografias na área da egiptologia. O livro que o fez conhecido para o grande público foi "Champollion O Egípcio". Christian Jacq teria se apaixonado pela Antigo Egito com a idade de treze anos pela leitura de três volumes da história da civilização do Antigo Egito de Jacques Pirenne . Casou-se muito jovem, aos 17 anos, e sua viagem de núpcias foi para o Egito onde visitou o sitio arqueológico do antigo Memphis . Seu primeiro teste, naturalmente dedicado ao Egito , foi no fim dos anos 60, quando se envolveu em estudos de Arqueologia e Egiptologia , que foram coroados com o titulo de doutorado em Sorbonne . A sua carreira de escritor, que se iniciou aos 21 anos, segue duas linhas narrativas : uma de autor moderno e outra de romancista histórico. O egiptólogo gosta de afirmar que teve êxito literário por unir o universo novelista com a história egípcia. Ele e sua falecida esposa fundaram o Instituto Ramsés, que se dedica a criar descrições fotográficas do Egito para a preservação de sítios arqueológicos em perigo. De fato, o Instituto conta com a maior coleção de fotografias do Antigo Egito, entre doze e quinze mil, com o projeto de reunir mais de cem mil. Atualmente, Christian Jacq reside em Genebra, na Suíça.

    137 Livros
    299 Seguidores

    Christian Jacq