Since September 11th, 2001, the Western world has been preoccupied with Islam and its role in terrorism. Yet public debate about the faith is polarized—one camp praises "the religion of peace" while the other claims all Muslims are terrorists. Canadian human rights activist Yasmine Mohammed believes both sides are dangerously wrong. In Unveiled: How Western Liberals Empower Radical Islam, Yasmine speaks her truth as a woman born in the Western world yet raised in a fundamentalist Islamic home. Despite being a first-generation Canadian, she never felt at home in the West. And even though she attended Islamic schools and wore the hijab since age nine, Yasmine never fit in with her Muslim family either. With one foot in each world, Yasmine is far enough removed from both to see them objectively, yet close enough to see them honestly. Part Ayaan Hirsi Ali's Infidel, part The Handmaid's Tale, Yasmine's memoir takes readers into a world few Westerners are privy to. As a college educator for over fifteen years, Yasmine's goal is to unveil the truth. Is FGM Islamic or cultural? Is the hijab forced or a choice? Is ISIS a representation of "true" Islam or a radical corruption? And why is there so much conflicting information? Like most insular communities, the Islamic world has both an "outside voice" and an "inside voice." It's all but impossible for bystanders to get a straight answer. Without telling anyone what to believe, Unveiled navigates the rhetoric and guides truth-seekers through media narratives, political correctness, and outright lies while encouraging readers to come to their own conclusions.
Unveiled - How Western Liberals Empower Radical Islam
Yasmine Mohammed
Edições (1)
Ver maisSabendo que tempo é limitado e os livros são muitos, se pudesse indicar para alguém um único capítulo desse livro, sem dúvida seria a conclusão. Depois do livro inteiro da autora contando a história de vida dela, repleta de superação e uma constante luta pela liberdade, ela faz um questionamento que eu também me fiz a vida inteira, mas só vim compreender a resposta há pouquíssimo tempo. Questionamento esse óbvio, mas sistematicamente ignorado no ocidente. Deixo aqui um resumo dessa conclusão. Não fiz uma tradução literal, tentei, mas desisti depois de perceber o quanto é difícil fazer uma tradução bem feita haha, mas foi algo nesse sentido (qualquer incoerência é por minha conta): Ela se pergunta: "as feministas ocidentais, cientes do quanto as mulheres eram vistas, no passado, como propriedade masculina (sendo ditado como se portar, se vestir, com quem casar, etc), tomaram iniciativa e muitas participaram das lutas para que essas barreiras fossem derrubadas e que novas fronteiras fossem alcançadas. Hoje, é inegável que a mulher ocidental goza de plena liberdade individual: é livre para votar, estudar, trabalhar, andar pela cidade, etc. No entanto, as mulheres atuais já encontraram a estrada pavimentada pelas gerações passadas, mas ainda possuem toda essa energia que precisa ser gasta! Por isso elas gastam essa energia com problemas inventados, questionando se a maneira correta de escrever woman não seria womxn (seria o "todxs" ou "todes" em vez de "todos", no Brasil) ou se a temperatura do ar-condicionado não é um padrão para agradar aos homens, etc. Acordem! Vocês não precisam voltar no tempo para brigar por essa causa, basta olhar para o mundo islâmico, que parou no século VII. Lá, meninas são mortas por quererem estudar, são apedrejadas por ousar andar sem a companhia de um homem (quem anda sem homem é prostituta e isso é crime), são presas por dirigirem um automóvel. E qualquer um que ousar criticar essa cultura é taxado de islamofóbico e que a cultura e a religião devem ser respeitados. Devemos respeitar a cultura homofóbica e misógina? (Adendo, ela fala desse aspecto específico e não uma condenação da cultura islâmica como um todo) Vocês também passaram por isso no mundo cristão; vocês também tinham essa cultura atrasada há 200 ou 300 anos; vocês também criticaram a própria religião (igreja); puderam superar isso tudo para conquistar a liberdade que têm hoje. Por que isso não pode acontecer no mundo islâmico também? Enquanto muitas meninas preferem queimar a si mesma para não serem entregues em casamento, vocês se recusam a criticar o casamento forçado com crianças. Enquanto muitas mulheres queimam o hijab como símbolo de liberdade, vocês vendem hijab na nike como símbolo de tolerância. Por que sabotam as feministas islâmicas? Vocês não estão ajudando suas irmãs de causa"
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