Este é um livro memorável..." - Library Journal "A igreja progressista abraçará calorosamente a versão de Küng da história do catolicismo" - Publisher s Weekly "Um relato incisivo, instigante e arrebatador sobre a Igreja Católica - Kikrus Review "Hans Küng provoca discussões acaloradas. Nos anos 60 ele era o mais proeminente jovem peritus (consultor teológico) para o Concílio Vaticano II. Ele provou ser um profeta..." - The Independent A Igreja Católica é uma instituição polêmica sujeita a extremos de admiração e ataque. O padre suíço Hans Küng, um dos pensadores mais influentes da atualidade, conhece bem de perto as contradições da religião que abraçou há mais de cinco décadas. Em A IGREJA CATÓLICA, da coleção História Essencial, Küng oferece ao leitor um relato breve,contundente e singular, como alguém que estudou esta história a vida inteira e viveu parte dela. Num texto envolvente e conciso, o livro descreve, passo a passo, a trajetória da Igreja que se tornou a mais poderosa representante do cristianismo, desde suas origens na Palestina e em Roma, passando pelas disputas da era medieval e pelo trauma da Reforma, até a era moderna. Toda a narrativa é pontuada com perguntas instigantes: terá Jesus de Nazaré fundado uma igreja? Jesus era católico? Küng examina também questões fundamentais como: o celibato; a tensão histórica na Igreja entre pluralismo e exclusivismo; a mudança do papel do papa; as motivações dos grandes pontífices reformadores; a evolução das funções dos concílios, dos bispos e dos cardeais; o entusiasmo da instituição pela atividade missionária; as origens do culto mariano e as ondas de choque da Reforma e da Contra-Reforma que ainda podem ser sentidas hoje. Ao final, o autor faz uma avaliação rigorosa de como a fé católica enfrenta certos aspectos do novo milênio, como os avanços da ciência, as conquistas sociais das mulheres, a liberação sexual e a reforma das escrituras da Igreja. Por suas idéias que preconizam uma reforma radical do catolicismo de acordo com o critério do evangelho, Hans Küng sofreu represálias e punições do Vaticano. O teólogo faz uma advertência aos leitores no prefácio: "Aqueles que até agora não foram seriamente confrontados com os fatos da história podem ficar chocados ao constatar quão humano foi o curso dos acontecimentos em toda parte, de fato, quantas das instituições e constituições da igreja — e especialmente a instituição central romana católica do papado – são feitas pelo homem. No entanto, este mesmo fato significa que estas instituições – o papado em particular – podem ser modificadas e reformadas. Minha ‘destruição’ crítica é oferecida a serviço da construção, reforma e renovação, para que a Igreja Católica possa continuar viva no terceiro milênio." Hans Küng nasceu na Suíça em 1928, estudou na Universidade Gregoriana em Roma e Paris e foi ordenado padre católico romano em 1954. Lecionou na Universidade de Tübigen (1960-96), onde também dirigiu o Instituto de Pesquisa Ecumênica a partir de 1963. Nomeado pelo papa João XXIII como consultor teológico, Küng teve um papel central na redação do documento final do Concílio Vaticano II, entre 1962 e 1965. Modernizou radicalmente áreas essenciais do ensino e da prática católicos. Desde o início dos anos 1960, ele questiona doutrinas tradicionais da igreja como a infalibilidade papal. Em 1979, uma censura do Vaticano que o proibiu de lecionar como teólogo católico provocou grande polêmica internacional, mas a Universidade nomeou-o para uma cadeira de teologia ecumênica. Ao se aposentar em 1996, tornou-se Presidente da Fundação de Ética Global em Tübingen. Kung mantém boas relações com a Igreja. É autor de On Being a Christian (1974), Does God Exist? (1978), Global Responsibility (1991) e Christianity: Its Essence and History (1994).


