Unrestricted Warfare: China's Master Plan to Destroy America - (English Edition)

    Liang Qiao, Wang Xiangsui

    Shadow Lawn Press
    2017
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-10: B074V69MWM

    More relevant than ever, this interesting handbook on modern all-enveloping warfare was first published in China in 1999. Re-digitized from the 2004 Filament Books edition, this new edition contains specific methods for American troops, government, academia, and business circles for dealing with unrestricted warfare. Coauthored by Major General Qiao Liang and Wang Xiangsui, the book has been required reading at West Point. The People’s Liberation Army manual for asymmetric warfare details the waging of war, strategically and tactically, using weapons not limited to bullets, bombs, missiles, and artillery shells. The two PLA officers who advocated the strategy set forth in the following pages argue that modern warfare, in ways not too dissimilar from Sun Tzu’s Art of War, is about impeding the enemy’s ability to wage war and to defend itself against a barrage of attacks against its economy, its civil institutions, its governmental structures, and its actual belief system. This is not a manual for achieving an overnight victory. Rather, it is a recipe for a slow but inexorable assault on an enemy’s institutions, often without the enemy’s knowledge that it is even being attacked. As Sun Tzu once wrote, “If one party is at war with another, and the other party does not realize it is at war, the party who knows it’s at war almost always has the advantage and usually wins.” And this is the strategy set forth in *Unrestricted Warfare,* waging a war on an adversary with methods so covert at first and seemingly so benign that the party being attacked does not realize it’s being attacked. In the age of the worldwide internet, what seems like the free flow of information is also an open door policy for one country to insert its propaganda into the thinking and belief systems of its enemy. Do we consider Vladimir Putin’s Russia to be a friend to the United States? Are we really that naïve? Voting constituencies might have very legitimate reasons to support the politicians of their choice, but when those choices are based on the flow of absolutely false information inimical to the best interests of that population, it is an example of the success of asymmetric or unrestricted warfare, in essence, propaganda war. The Russians have been experts at this since the days of the czar, and since the experiments of Pavlov and his dogs have mastered the art of getting the responses they want from the stimuli they inject into their subjects’ thought patterns. In this past election cycle, it worked. As you read the following pages, a manual for the military humbling of the United States through nonmilitary means that most Americans will not even realize, you should understand that this is not just a “what if,” but a reality. It is happening now even as North Korea’s Kim blusters about sending missiles towards Guam and Donald Trump responds by rattling his own saber in its scabbard. China, meanwhile, watches while its enemy is engaged with a tiny country that has the means to send nuclear tipped ICBMs to American cities. If North Korea attacks Guam or Pearl Harbor and the United States responds, who benefits? Not North Korea, not South Korea, not the United States. China benefits when U.S. Naval facilities on Guam or at Pearl Harbor are damaged so that the American presence in the Pacific is diminished to the point of incapacity. Readers, therefore, should take this little manual as a dire warning. Complacency cripples. Hubris kills. And blindness without guidance usually leads one into the nearest wall if not hurtling down a flight of stairs. Thus, although this book was written almost twenty years ago, it should be regarded as the playbook for the destruction of not only the United States, but of western democracies in general.

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    johano15/07/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    “Guerra irrestrita”, o Mein Kampf do PCC

    No atual bombardeio de informações e desinformações que nos atinge é quase impossível manter a mesma opinião por mais de três minutos. Mas uma coisa é certa. A História é uma ciência que tem muitos pontos cegos, portanto só pode ser bem analisada em retrospectiva. É temerário pintar um quadro exato da paisagem enquanto o trem está em movimento. Há quem diga que o flagelo nacional-socialista alemão fora todo ele previsto no libelo autobiográfico de Adolf Hitler, o livro “Mein Kampf”. É verdade. Descontados os paroxismos de ódio e os delírios megalomaníacos, está tudo lá. As anexações; o Lebensraum (espaço vital); o holocausto judeu. Um ideário torpe, ainda em embrião, mas que se concretizou da forma mais macabra possível. Falando em livros proféticos… há um escrito em 1999 por dois coronéis do Exército chinês, (Qiao Liang e Wang Xiangsui) que parece se enquadrar nessa categoria. É sabido que a China está em guerra comercial com os EUA. Isso não prova definitivamente que haja um escalonamento desse novo tipo de violência, isto é, não se pode provar que o PCC declarou guerra ao mundo livre. Mas, se a nação mais rica do planeta está sendo atacada, é inquestionável que isso venha a afetar pelo menos grande parte do ocidente. O ato falho nesse raciocínio, e aí entra a “Guerra Irrestrita”, é achar que uma guerra hoje em dia seria conduzida nos moldes convencionais. Uma guerra comercial pode não ser noticiada pela mídia nos primeiros meses de “embate” entre os envolvidos. Estes, por sua vez, não são tão facilmente nomeáveis. Os tratados de comum acordo, as áreas de livre comércio, as uniões geopolíticas locais transformam o tabuleiro da guerra “normal” numa gigantesca estrutura feita de dominós, frágeis e prontos a cair ao menor aumento do barril de petróleo. E quem pode afirmar que uma suposta guerra comercial não seria apenas uma frente isolada num teatro de operações muito, mas muito mais vasto e surpreendente? Eis algumas “profecias” da “Guerra irrestrita”: “(...) a guerra renascerá sob outro formato (...) tornando-se um instrumento de enorme poder nas mãos dos que nutrem a intenção de controlar outros países e regiões.” “(...) enquanto presenciamos uma relativa redução na violência militar, estamos evidenciando, definitivamente, um aumento na violência política, econômica e tecnológica.” “Desta forma, a indução de um colapso de um mercado acionário, a contaminação de uma rede de computadores por um vírus, um rumor ou escândalo que resulte na flutuação do câmbio ou, a exposição comprometedora de líderes de um país, constituem ações que podem ser enquadradas como “armas neoconcepcionais.” “(...) tem havido o desenvolvimento de meios para atacar direta e especificamente um centro nervoso de um inimigo, sem danificar as áreas circundantes. Desta forma têm-se novas opções para obtenção da vitória, gerando a crença de que a melhor forma de se obter a vitória é através de um maior exercício de controle e não através da imposição da morte.” “Até mesmo o último refúgio da raça humana — o mundo interior do ser humano — não está livre dos ataques da guerra psicológica.” O que estamos vivendo neste 2020, se não uma guerra psicológica!? E aqui um aviso temporão aos nossos comandantes militares sobre recursos materiais e humanos: “(...) algumas nações com visão prospectiva, ao invés de única e simplesmente priorizarem os cortes de efetivos, estão enfatizando: a elevação da qualificação técnica do seu pessoal; o incremento do nível de tecnologia avançada e semi-avançada incorporada ao seu armamento; e a atualização do pensamento militar e doutrinário.” Bem, aqui parece que o Brasil está na crista da onda, mesmo que involuntariamente, já que a evasão causada pelo achatamento dos salários iniciada nos anos noventa da década passada e levada adiante pelo atual governo, diminuiu bastante os efetivos militares. O PCC está deixando o mundo de joelhos. Há os que se recusam a ver isso. Há as mídias literalmente compradas pelo Partido que se recusam a noticiar isso. Mascaradas e papagaiando estatísticas suspeitas, aterrorizam-nos diuturnamente com a “guerra contra o vírus”. Lembram-se da “guerra contra o terror” dos anos 2000? Aonde aquilo nos levou!? Isso, ao Iraque. Mesma tática, diferentes atores. Sobre isso, o que diz a “Guerra irrestrita”: “Poderia a compra ou obtenção do controle de ações ser usada para transformar os jornais e as cadeias de televisão de uma outra nação como instrumentos de uma guerra da mídia?” E para os românticos aficcionados da guerra tradicional, homem a homem, o Ministro da Guerra francês na primeira grande guerra Georges Clemenceau, no início do século XX, declarou que “a guerra é um assunto muito sério para ser deixado a cargo dos generais”. Citado pelos coronéis chineses: “uma coisa é certa: os militares não detêm mais o monopólio da prática da guerra.” Para os que dão um risinho superior e debocham quando alguém usa o termo “comunismo”, eis um aviso que deveria estar nos manuais das academias militares (ops, esqueci-me de que a pedagogia militar positivista é superior às ideologias!!): “(...) Os legislativos de nações que adotam o modelo representativo de governo não podem evitar o envolvimento por parte dos grupos de “lobby”. Enfim, o livro é um áugure moderno do que ocorre hoje, diante dos nossos olhos. Só não ver quem não quer.

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