A insônia, mal do século, é o ´´leit motiv`` desta narrativa, estado que contamina o próprio leitor ao pactuar em abrir a primeira página deste livro. Os capítulos são tomadas cinematográficas em tempo psicológico, independentes com blocos de concreto interativos, na medida em que firmam a parede do texto, onde se projeta a história que está sendo escrita. As linguagens se revezam em mímese do tom americanizado do faroeste ao discurso científico. O conceito de imortalidade desafia Deus a nos libertar de sua escravidão, o que instaura a Tragédia. Demais referências despontam e apontam para o inusitado.
