The Illustrated Man (Grand Master Editions) -

    Ray Bradbury

    Spectra
    1983
    186 páginas
    6h 12m
    ISBN-10: 055327449X

    That The Illustrated Man has remained in print since being published in 1951 is fair testimony to the universal appeal of Ray Bradbury's work. Only his second collection (the first was Dark Carnival, later reworked into The October Country), it is a marvelous, if mostly dark, quilt of science fiction, fantasy, and horror. In an ingenious framework to open and close the book, Bradbury presents himself as a nameless narrator who meets the Illustrated Man--a wanderer whose entire body is a living canvas of exotic tattoos. What's even more remarkable, and increasingly disturbing, is that the illustrations are themselves magically alive, and each proceeds to unfold its own story, such as "The Veldt," wherein rowdy children take a game of virtual reality way over the edge. Or "Kaleidoscope," a heartbreaking portrait of stranded astronauts about to reenter our atmosphere--without the benefit of a spaceship. Or "Zero Hour," in which invading aliens have discovered a most logical ally--our own children. Even though most were written in the 1940s and 1950s, these 18 classic stories will be just as chillingly effective 50 years from now. --Stanley Wiater

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    Lilia Cristina de Souza Machado15/10/2012Resenhou um livro
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    18 tatuagens, 18 contos, 18 visões do destino da humanidade.

    Ray Bradbury traz maravilha à vida. Para o autor, a maior força do universo é a natureza humana. Suas coletâneas de contos são, normalmente costuradas por um tema em comum. Nos 18 contos desse livro, a tecnologia desperta os intintos mais primitivos e os sonhos tomam dimensões inimagináveis, num caleidoscópio de magia, imaginação e verdade: tatuagens que criam vida, uma chuva de milhões de anos, rituais da última noite do mundo... Um homem é encontrado com tatuagens em seu corpo – cada uma respresentando um conto do futuro. 18 tatuagens, 18 contos, 18 visões do destino da humanidade. Ele era um cenário de foguetes e pessoas, em tal detalhamento intrincado e colorido, que podia-se ouvir murmurando, as vozes das multidões que habitavam seu corpo. Bradbury se apresenta como um narrador anônimo, que se encontra com o Homem Ilustrado – cujo corpo inteiro é coberto de tatuagens exóticas. Cada ilustração apresenta um conto: • crianças levam um jogo de realidade virtual às últimas conseqüências, • astronautas entram em nossa atmosfera sem uma nave espacial, • aliens invasores conseguem aliados improváveis em nossos próprios filhos, • Marte é colonizado por negros fugidos dos preconceitos da Terra e esperam com apreensão a chegada de uma nave terrestre pilotada por um branco, • guerreiros de outro planeta atacam a Terra e são surpreendidos e conquistados pelo sedentarismo e cultura rasa de nosso planeta, • sacerdotes viajam para Marte para estudar os pecados marcianos e espalhar a palavra de Deus, • uma cidade inteira é construída sobre pilares de vingança da mente de seus construtores, • autores de contos de terror que foram banidos da Terra só conseguem se manter vivos pelas poucas páginas que restaram de seus livros censurados. Apesar de ter sido escrito entre 1940 e 1950, as estórias estão atualíssimas. As idéias de Bradbury sobre o lado melancólico da humanidade estão muito bem representadas com sua marca pessoal e poética. Os contos são apenas formas de apresentar estas idéias ao público leitor. O pano de fundo de ficção científica é apenas um detalhe, para suas fantasias e sonhos.

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