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    Amar é relativo -

    Sophie Kinsella

    Editora Record
    2021
    392 páginas
    13h 4m
    ISBN-13: 9786555872378
    Português Brasileiro
    3.1
    2406 avaliações
    Leram3075Lendo196Querem2858Relendo3Abandonos351Resenhas556
    Favoritos40Desejados2858Avaliaram2406

    Sophie Kinsella, mesma autora da série Becky Bloom, apresenta uma encantadora história de amor no mundo real em tempos de aplicativos e algoritmos. Em Amar é relativo, conheça Ava: uma mulher que já não aguenta mais essa história de procurar namorado em aplicativos de encontros. Na verdade, ela nunca gostou muito disso... Sempre preferiu um encontro cara a cara e seguir a própria intuição a confiar em algoritmos que prometem o par ideal. Depois de um término recente, ela decide não pensar em homens por um tempo e parte para um retiro de escrita na Itália no qual todos os participantes são proibidos de revelar sua verdadeira identidade ou dar qualquer detalhe de sua vida pessoal. Eles não podem nem usar celular, o que para ela é algo desafiador. Mas Ava está decidida a se concentrar única e exclusivamente no livro que está escrevendo. Isso até ela conhecer alguém, digamos... interessante. Tudo o que Ava sabe sobre o cara que se autodenomina Holandês é que, além de gatíssimo, ele é divertido e gente boa. E não demora muito para que ela descubra que ele é bom de cama também. Os dias passam como em um sonho; tudo é perfeito... Mas chega o dia de retornar à realidade. De volta a Londres, Ava finalmente descobre que o cara por quem já está caidinha se chama Matt. E, à medida que o universo de faz de conta dá lugar ao mundo real, eles vão entendendo que suas vidas são bem diferentes. Os dois estão completamente apaixonados um pelo outro, porém, em pouco tempo, fica óbvio que eles não são lá tão compatíveis como haviam imaginado... Será que Ava e Matt conseguirão continuar juntos? Ou estamos diante de um caso de diferenças irreconciliáveis? Amar é relativo é um livro perfeito para quem gosta de comédia romântica e é fã de Carina Rissi, Marian Keyes e Jojo Moyes.

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    - Karol picture
    - Karol25/11/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Um desperdício

    Em Amar é Relativo, temos uma protagonista que conhece um homem em um retiro de escrita criativa, e ambos se apaixonam perdidamente em 15 segundos e sem motivo nenhum. Após uma semana, o casal descobre que moram em Londres, e passam a se inserir um na vida do outro, e o grande problema começa aí, levando em consideração de que ambos são o exato esteriótipo de oposto, sendo Ava a mulher insegura, irresponsável, e um tanto neorótica, enquanto Matt é o homem que odeia seu trabalho, não tem voz ativa na família, e apesar de ser muito bem sucedido no emprego, mora com dois amigos ainda mais esteriotipados, cuja única serventia é formar par romântico com as amigas de Ava. O livro é narrado em primeira pessoa da perspectiva de Ava, e isso foi que me deixou mais irritada, por que ela está constantemente criando coisas na sua cabeça, e fica mudando de ideia o tempo inteiro, além de ser extremamente insegura com a ex de Matt, pelo simples fato dos pais dele gostarem dela, mesmo ele não dando absolutamente nenhum indício que de esteja remotamente interessado na garota. O livro tem apenas dois aspectos interessantes: costumes austríacos, e quero dizer apenas a cena da sauna, que era algo que não sabia sobre o país, e a doença de Lúpus, que foi pobremente trabalhada, mencionando apenas alguns aspectos da doença em uma cena, e só isso. Como todo livro de comédia romântica, tem o grande término para ter a grande mudança e o grande gesto de amor, que até que poderia fazer sentido, se não tivesse um salto temporal de seis meses, deixando o leitor sem saber as motivações das mudanças e como elas aconteceram. E o final, a cena da janela, não faz sentido nenhum, a protagonista passa o livro inteiro demonstrando que o cachorro é o que ela mais ama na vida, e simplesmente esquece do coitado para ter minutos de conversa sincera com Matt no momento em que deveriam verificar se o cachorro se feriu. Enfim, esse foi o pior livro da Sophie que já li, e não recomendo. Caso você queira ler uma comédia romântica bem sessão da tarde, opte por Minha Vida Não Tão Perfeita, ou O Segredo de Emma Corrigan.

    198 curtidas

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    3.1 / 2406
    • 5 estrelas9%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas37%
    • 2 estrelas24%
    • 1 estrelas8%
    Madeleine Wickham profile picture

    Madeleine Wickham

    Madeleine Sophie Townley, conhecida como Sophie Kinsella, nasceu em Londres, Inglaterra em 12 de dezembro 1969. Ela é irmã da também autora Gemma Townley (“Quando em Roma”, “Manual Para Românticas Incorrigíveis”, “1 Milhão de Motivos Para Casar” e etc) e de Abigail Townley, que é advogada. Cursou um ano de Música antes de trocar de curso e se graduar em Politics, Philosophy and Economics (PPE) pela New College, Oxford. Trabalhando como jornalista financeira, em 1995, aos 24 anos, sob o nome Madeleine Wickham lançou seu primeiro romance “The Tennis Party” que foi um sucesso e logo entrou para a lista de mais vendidos. Como Madeleine Wickham publicou sete livros, dos quais apenas três foram traduzidos para o português. Em 2000, enviou anonimamente para a própria editora, sob o pseudônimo Sophie Kinsella, o primeiro volume da Série Becky Bloom, “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom” (título original em inglês: “The Secret Dreamworld of a Shopaholic”. Posteriormente intitulado “Confessions of a Shopaholic”). Este livro logo se tornou um sucesso editorial! Só em 2003, com o lançamento de “O Segredo de Emma Corrigan” (“Can You Keep a Secret?”), ela revelou sua verdadeira identidade. O pseudônimo Sophie Kinsella foi criado a partir do nome do meio dela, Madeleine Sophie Townley, e o nome de solteira da mãe dela, Patricia B. Kinsella. Em setembro de 2015, a autora esteve no Brasil na XVII Bienal do Livro do Rio de Janeiro e também em uma sessão de autógrafos cidade em São Paulo.

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    Madeleine Wickham

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