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    Conversación en La Catedral -

    Mario Vargas Llosa

    Alfaguara
    2013
    624 páginas
    20h 48m
    ISBN-10: B00F2OEPKU
    Espanhol
    4.3
    459 avaliações
    Leram758Lendo86Querem1464Relendo1Abandonos56Resenhas38
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    Conversación en La Catedral es algo más que un hito en el derrotero literario del Premio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa: es un punto de referencia insoslayable, un dato fijo en la historia de la literatura actual. Zavalita y el zambo Ambrosio conversan en La Catedral. Estamos en Perú, durante el «ochenio» dictatorial del general Manuel A. Odría. Unas cuantas cervezas y un río de palabras en libertad para responder a la palabra amordazada por la dictadura. Conversación en La Catedral (1969) no es, sin embargo, una novela histórica. Sus personajes, las historias que éstos cuentan, los fragmentos que van encajando, conforman la descripción minuciosa de un envilecimiento colectivo, el repaso de todos los caminos que hacen desembocar a un pueblo entero en la frustración. Conversación en La Catedral es una cruda radiografía del envilecimiento y la frustración de la sociedad peruana bajo la presión de un poder dictatorial. «Si tuviera que salvar del fuego una sola de las [novelas] que he escrito, salvaría ésta.» Mario Vargas Llosa

    Edições (4)

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    Resenhas (38)Ver mais
    Alexandre Figueiredo picture
    Alexandre Figueiredo13/06/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    As conversas de Vargas Llosa

    Demorei alguns dias para decidir se iria falar a respeito do genial "Conversa no Catedral", romance publicado em 1969 pelo peruano Mario Vargas Llosa. E sim, tomei coragem. Vamos lá. Percebam o seguinte: Vargas Llosa está interessado em desafiar os leitores. E não, o livro não é complicado, apesar de sua conhecida extensão. Além disso, o preparo e a força necessários ao autor para executá-lo são inimagináveis. A questão é que se faz aqui uma espécie de contrato com os leitores. A mágica colocada neste romance não poderia ser reproduzida de outra maneira que não a literária. Somos apresentados a duas personagens centrais, mas mais do que isso, iniciais: Santiago Zavala e Ambrosio. Enquanto a base da história acontece durante a conversa no Catedral, uma espécie de botequim, os leitores são convidados a desafiar o próprio conhecimento sobre o espaço e o tempo literário. O que acontece logo em seguida, quando percebemos que estamos fora do bar, é definidor para que aceitemos ou não entrar nessa viagem literária. A narrativa, como muito bem classificou o professor Sergius Gonzaga em seu doutorado, é ziguezagueante. Somos transportados através dos diálogos aos pontos de vista de inúmeras personagens - em quantidade extravagante, eu diria - ao período da ditadura peruana do general Odría. Mas não é só isso. O romance é um espelho da sociedade peruana da época analisada, desde o déspota que comandou o país até simples cidadãos, como um motorista de carro ou uma doméstica. Todos ganham voz aqui. Todos contam uma história que precisa ser conhecida. Mas Llosa faz mais do que isso: ele mostra como todas elas estão interligadas. É por isso que volto ao título. Entendam: a "conversa", meus amigos, não vai acontecer somente no Catedral, ela vai acontecer entre os leitores e o autor, entre a imaginação e a realidade, entre o poético e o prosaico. Leitura mais que recomendada.

    78 curtidas

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    4.3 / 459
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