No Urubuquaquá, No Pinhém -

    João Guimarães Rosa

    Global Editora
    2021
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-10: B094T3VFBC
    Português Brasileiro

    Os contos "O Recado do Morro", "Cara-de-Bronze" e "A História de Lélio e Lina", que inicialmente fizeram parte da obra Corpo de Baile (1956), seriam posteriormente desmembradas do livro para integrar um novo volume, que receberia do autor o título No Urubuquaquá, No Pinhém. Em "O Recado do Morro", o leitor acompanha cinco homens - Pedro Osório, seo Alquiste, frei Sinfrão, seo Jujuca do Açude e Ivo de Tal - que realizam uma travessia e vão encontrando, pelas estradas por onde passam e nas fazendas onde pedem abrigo, almoço e jantar, pessoas que vão mudar a maneira como eles veem o mundo e a si mesmos. O conto "Cara-de-Bronze", por sua vez, traz a chegada à fazenda do Urubuquaquá de um forasteiro que se esforça para compor, com os depoimentos fragmentários dos vaqueiros, o retrato do velho fazendeiro apelidado Cara-de-Bronze, o qual, doente recluso em seu quarto, administra a sua propriedade. E por fim temos "A História de Lélio e Lina". Ansiando por uma mulher, Lélio aporta ao Pinhém. Nessa fazenda, é com uma senhora, dona Rosalina, que Lélio estabelece uma sincera e profunda amizade. Confessando suas paixões, ele recebe de Lina respostas a perguntas ainda não formuladas. A edição da Global conta com uma fotografia de Araquém Alcântara para a capa do livro, e também um texto de apoio de Regina Zilberman, doutora em romanística pela Universidade de Heidelberg, intitulado "O recado do morro: uma teoria da linguagem, uma alegoria do Brasil".

    Edições (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (10)Ver mais
    Max Ronald picture
    Max Ronald14/03/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    No Urubuquaquá, no Pinhém...

    De miudinho, de parada, em quando, Rosa vai te cercando com descorrer sobre o acessório, quando se vê, já em cima dá o bote e a leitura se alumia e emociona... Como pode alguém traduzir tão bem minha terra? Nessa hora dá um orgulho danado ter vivido esse cerrado, em meio dessa gente humilde, achava que minha vida era simples, besta... Aí, surge Rosa, que contando do seu jeitinho, faz tudo reluzir, reluzir como ouro! Recomendo!

    9 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 174
    • 5 estrelas45%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%