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    I Felt a Funeral, in My Brain -

    Will Walton

    Push
    2020
    294 páginas
    9h 48m
    ISBN-13: 9781338608304
    3.1
    5 avaliações
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    Favoritos0Desejados10Avaliaram5

    From the author of the poignant and provocative debut Anything Could Happen comes an astonishing novel in verse about love, death, and the poetry we find when we most need it. How do you deal with a hole in your life? Do you turn to poets and pop songs? Do you dream? Do you try on love just to see how it fits? Do you grieve? If you're Avery, you do all of these things. And you write it all down in an attempt to understand what's happened -- and is happening -- to you. I Felt a Funeral, In My Brain is an astonishing novel about navigating death and navigating life, at a time when the only map you have is the one you can draw for yourself.

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    Rony picture
    Rony04/03/2026Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    I felt... nothing, in my brain

    Imagine que o aluno favorito da professora de literatura, que é um adolescente gay emo que ama compartilhar suas playlists favoritas com os colegas, escreveu um livro. O que quer que você tenha imaginado que o resultado seria, é provavelmente similar ao que você vai encontrar aqui. De cara eu me peguei instigado com a abordagem de trabalhar o luto através de um fluxo de consciência estruturado em diferentes estilos de escrita - da prosa ao verso - e diferentes janelas de tempo, sem oferecer transições claras de um para outro. Infelizmente não levou muito para que a empolgação fosse substituída pela frustração quando o artifício foi sendo acentuado sem oferecer muita substância em retorno. Mesmo quando conseguia distinguir as diferentes linhas temporais, não era capaz de compreender o motivo de pularmos de um ponto para outro ou de que forma essa correlação de ideias poderia proporcionar algo significativo. Acho que o autor não soube dosar suas abstrações com pontos de conexão emocional para seus leitores, especialmente se considerarmos que o público-alvo desse livro são adolescentes. Ele realmente escreveu um livro para si próprio, o que torna a obra bem inacessível para quem não compartilha todos os seus referenciais e sensibilidade. Não excluo a possibilidade que talvez meu bloqueio venha do fato de que nunca li um texto poético em um idioma que não é o meu e que dialoga tão diretamente com outros autores cujo trabalho eu nunca consumi. Porém se é uma experiência individual ou da maioria dos leitores, o resultado é que não senti e não devo reter quase nada com essa leitura. Triste início para as leituras do ano.

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