*** Um livro chamado "Um homem chamado Ove" e uma foto
"Quando meu marido estava morrendo, eu disse: 'Moe, como vou viver sem você?' Ele me disse: 'Pegue o amor que você tem por mim e espalhe por aí.'"
Foto (Humans of New York): https://www.humansofnewyork.com/post/43835301885/when-my-husband-was-dying-i-said-moe-how-am-i
*** Um livro chamado "Um homem chamado Ove" e uma animação
Durante toda a leitura, só conseguia imaginar o personagem principal de uma de minhas animações favoritas, "Up". Até o nome, Carl Fredricksen, lembra um pouco o do autor, Fredrik. O livro é como se fosse uma versão adulta e realista de "Up", com a diferença de que Ove vive sua aventura dentro de sua vizinhança, enquanto Carl vive a sua longe de casa, em Paradise Falls.
*** Um livro chamado "Um homem chamado Ove" e um Ted Talk
Em um Ted Talk com mais de 20 milhões de visualizações, "O que torna uma vida boa? Lições do mais longo estudo sobre felicidade", Robert Waldinger relata as principais descobertas de um estudo que acompanhou 150 homens durante 75 anos. A primeira delas é que "conexões sociais são muito boas para nós, e que a solidão mata. As pessoas que estão mais conectadas socialmente, com a família, amigos, comunidade, são mais felizes, fisicamente saudáveis e vivem mais do que as pessoas que têm poucas conexões." Acho que é uma das principais mensagens do livro, como relacionamentos bons podem literalmente salvar vidas.
Link (o vídeo tem legendas em português): https://m.youtube.com/watch?v=8KkKuTCFvzI
*** Um livro chamado "Um homem chamado Ove" e uma adaptação
O livro tem uma adaptação sueca de 2015 (se não me engano tem na Netflix Brasil) e uma americana mais recente, com o Tom Hanks, com o nome ligeiramente diferente: A Man Called Otto, ou O Pior Vizinho do Mundo. A primeira não consigo assistir agora por estar em um país sem o filme no catálogo, e a segunda deve sair em breve nos cinemas daqui. Mas as duas parecem ser muito boas pelas avaliações, ansioso para vê-las.
*** Um livro chamado "Um homem chamado Ove" e minha esposa
"Você sente falta das coisas mais estranhas quando perde alguém."
Ela sempre leva uma sacola de ração na bolsa quando saímos.
Se ela fica sozinha por alguns minutos, quando eu volto ela já está conversando com alguém, normalmente senhorinhas.
Quando ela acorda, ela sempre franze a testa, como se perguntasse "onde estou?"
Ela gesticula sem parar, e cada gesto tem um significado específico.
Eu prefiro tirar fotos, ela prefere editar.
Quando eu mostro um vídeo engraçado em loop, ela dá risada na primeira vez, mas ri muito mais na segunda.
Pode ser egoísta, mas espero que eu me vá primeiro.