Poesia faz pensar (Para gostar de ler) -

    Carlos Drummond de Andrade

    Ática
    2013
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9788508162666
    Português Brasileiro

    "O que se esconde na engrenagem dos poemas? Como as palavras combinam suas mil faces secretas? No segredo dos poemas está a capacidade de fazer sentir. Mas não só. Bons poemas são capazes de fazer pensar. Muitas vezes, comovidos, esquecemos que por trás dos versos há racionalidade, intenção e lógica. Esta antologia traz poemas de Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa e Luís de Camões, entre outros. Mais do que reuni-los, Poesia faz pensar decifra os poemas junto ao leitor, convidando-o a encaixar as pequenas peças que formam sua engrenagem e a perceber, sem preconceitos, que o raciocínio acompanha as grandes emoções que vivenciamos ao ler poesia."

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    A N A10/04/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Aproveitando segundas chances

    Me deparei com uma lista escolar de livros do fundamental II e aproveitei pra tentar me redimir. Pois apesar de sempre ter achado bonito poesia e poemas eu nunca tive atração o suficiente pra pegar um livro do estilo e ler. É por isso que eu digo: não obrigue ninguém a ler um estilo literário que ela não se sente atraída. Faça no máximo uma boa propaganda pra despertar a curiosidade dela e quem sabe futuramente ela não dê uma chance? Por outro lado também sou contra quem sempre lê o mesmo estilo de leitura, sai da zona de conforto! E veja a diversidade de mundos que você encontrará no universo leitura. O livro é composto poemas escritos por grandes poetas (lendas) de vários países e com um teor bem reflexivel, pra você pensar como o título sugere; e ao final de cada tema nos deparamos com comentários e análises sobre os poemas, já que alguns não são de profundo entendimento imediato. Porém, as escolhas dos poemas no geral não me cativaram tanto quanto eu imaginava, mas isso vai pelo gosto de cada um. Alguns trechos que achei legais mais não quis publicar em histórico, mas como bônus da resenha: "Escondam no Correio o ouvido direito, o esquerdo nos Telégrafos, quero saber da vida alheia" Mario de Andrade p. 98 "Para iludir minha desgraça, estudo." Augusto dos Anjos p. 55 "Eu quero ser sempre aquilo com que simpatizo." Fernando Pessoa p. 20 "Ser descontente é ser homem." Fernando Pessoa p. 36 "Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama, Mas que seja infinito enquanto dure." Vinicius de Moraes p. 41

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