The Modern Construction of Myth -

    Andrew Von Hendy

    Indiana University Press
    2001
    386 páginas
    12h 52m
    ISBN-10: 0253339960

    Andrew Von Hendy offers an integrated critical account of the career of myth in modernity. He takes as its starting point some crucial moments in the 18th-century reinvention of the concept and then follows the major branches of theorizing as they appear in the work of theologians, philosophers, literary artists, political thinkers, folklorists, anthropologists, psychologists, and others. Von Hendy pursues each of these four fundamental strains of theory through the 20th century: the rise of neo-romantic theories in depth psychology, modernist literature, and later in religious phenomenology, philosophy, and literary criticism; the establishment of folkloristic theory in ethnological fieldwork and in classical studies; the growth of ideological theories from Sorel to Barthes and Derrida; and the recent ascent of constitutive theories of myth as necessary fiction. Finally, Von Hendy examines the work of five theorists who attempt to come to terms with the lessons of the ideological critique, yet regard myth as a constructive phenomenon.

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    Allan Regis22/06/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um trabalho de folego!

    A despeito dos ares pós-modernos do título, The modern construction of myth não é uma desconstrução das ideias de mito. O livro é um esforço colossal de história intelectual onde Andrew Von Hendy persegue a (re)criação do termo no século XVIII até seus diferentes filões no século XX. O autor identifica quatro grandes correntes: a romântica, que dá origem a todas as outras, a ideológica, a folclórica e a constitutiva. Elas se espalham em diferentes disciplinas, tais como a filosofia, a antropologia, a linguística, a história, psicologia etc. Assim como Juliette Wood, vejo um diferencial na obra nesse quesito: a aparição de autores como Sorel, Manheim, Derrida, Barthes, da escola de Frankfurt e do pós-estruturalismo marcam o esforço de Hendy em dar amplitude a um diálogo entre mitólogos que é urgente pela importância crescente do conceito nas humanidades que é, por outro lado, mal historicizado - os teóricos do mito têm, grosso modo, uma consciência muito restrita da história da reinvenção do mito na Modernidade! Um ponto feito por Gregory Schrempp em resenha e que merece menção é que Hendy faz um estudo de história intelectual rigoroso e ortodoxo em termos de escopo e que quase nunca transborda do mundo das ideias para o contexto social e político dos intelectuais que aborda. Esta não é, contudo, uma crítica negativa - necessariamente. Ela aponta mais para o rigor metodológico e auto-disciplina do autor do que para complacência política. A leitura não é introdutória, é desafiadora e exige paciência em alguns pontos, sobretudo nos trechos que tangem aos românticos e neo-românticos, graças ao estilo camaleônico do autor em emular as idiossincrasias do autor que está explanando. Mas dado seu nível de abstração, a obra permanece inteligível, coerente e altamente recompensadora a aqueles que, como Odisseu, resistirem ao canto da sereia perenemente sussurrando ao pé do ouvido, "maratone uma série".

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