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    Dossiê Herzog - prisão, tortura e morte no Brasil

    Fernando Pacheco Jordão

    Autêntica Editora
    2021
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9786588239131
    Português Brasileiro
    4.4
    53 avaliações
    Leram68Lendo12Querem68Relendo0Abandonos2Resenhas7
    Favoritos0Desejados68Avaliaram53

    Esta é uma tragédia dilacerante, e conhecê-la em seus detalhes é essencial. A morte de Vladimir Herzog marcou a História do Brasil. A dor dos Herzog virou a dor coletiva do país que vivia a rotina das torturas e mortes dos opositores à ditadura militar. A partir dela, a resistência ganhou forças. O Dossiê Herzog é o relato vivo, forte, intenso do jornalista Fernando Pacheco Jordão, amigo de Herzog. Ele viu, viveu, testemunhou. E aqui leva o leitor para dentro dos eventos daqueles dias terríveis. Quem ler verá a emocionante força de Clarice, a reação dos jornalistas, o sindicato como trincheira, o acolhimento dos líderes religiosos, a luta contra a mentira, a dramática história do menino que foge do nazismo e é assassinado aos 38 anos num quartel do Exército brasileiro. O livro ganha agora nova edição porque, mais do que nunca, sua leitura é necessária. O Brasil volta a ser assombrado por velhos fantasmas e pelas mesmas mentiras. Este dossiê nos lembra do alto preço pago pela democracia. Miriam Leitão

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    Resenhas (7)Ver mais
    Lourane Muniz  picture
    Lourane Muniz 06/08/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Dossiê Herzog 👊🏻

    Impossível fazer uma resenha sobre esse livro. Cada página, cada linha, palavra é uma dor e um pensamento do quanto foi sofrido passar por isso tudo! Enfim, recomendo! É um livro forte, mas, necessário, principalmente nos anos em que estamos vivendo. Que Deus cuide de nós!!! 📚👊🏻✍🏻

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 53
    • 5 estrelas57%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas11%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas2%
    Fernando Pacheco Jordão profile picture

    Fernando Pacheco Jordão

    Iniciou sua carreira em 1957, quando trabalhou como redator e locutor de rádio jornal, na antiga Organização Victor Costa, em São Paulo, que englobava as rádios Nacional, Excelsior e Cultura. Passou pela Radio Difusora, onde foi secretário dos rádio jornais e também locutor. Concomitantemente a esse trabalho, atuou como copydesk do jornal O Estado de S. Paulo. Mais tarde, chegou à televisão para exercer a função de editor e apresentador do ‘Show de Notícias’, telejornal inovador da TV Excelsior. Em 1964, trabalhou em Londres na BBC, até retornar ao Brasil para fazer parte da criação do jornalismo na TV Cultura. Posteriormente, atuou na TV Globo como editor do Jornal Nacional em São Paulo e diretor do Globo Repórter. Foi também correspondente internacional em Londres pela revista IstoÉ e em Paris pela Editora Abril, até se despedir das redações e se dedicar à assessoria de imprensa em campanhas eleitorais. Além da rica carreira jornalística, Fernando Pacheco Jordão foi um dos maiores nomes na resistência contra a censura e a tortura da ditadura militar. Escreveu um dos principais documentos que ilustrava a violência do período, o livro ‘Dossiê Herzog - Prisão, Tortura e Morte no Brasil’, o mais completo documento sobre a morte de Vladimir Herzog. Fernando foi amigo e companheiro de profissão de Herzog, quando trabalharam juntos no Estadão e na BBC. Foi diretor do Sindicato dos Jornalistas e braço direito do presidente Audálio Dantas na resistência que culminou no documento ‘Em nome da verdade’. Assinado por 1004 jornalistas, o manifesto exigia explicações das autoridades da ditadura sobre a morte de Herzog.

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    Fernando Pacheco Jordão