New York, New York - o título da edição brasileira nem tem a desculpa de tentar ser uma adaptação. É apenas a tentativa deslavada da editora de capitalizar em cima dos versos da canção de Frank Sinatra.
O livro em si traz a história de Maxi, uma socialite cabeça-oca que engravida da adolescência e ao se dar conta de que a vida de casado não é um mar-de-rosas, embarca em vários outros casamentos antes de ser obrigada a se assentar para assumir os negócios da família: o ramo editorial.
Toda a parte processual de uma revista dos anos oitenta faz parte então do cotidiano da protagonista, mas isso não é suficiente para sustentar o interesse de uma história que é basicamente cenas de sexo amarradas por um fiapo de trama. Não chega a ser uma obra erótica, no entanto, já que a ênfase não estão nelas.
Pode trazer um certo saudosismo para leitores mais velhos, do resto, é dispensável.