[LIVRO 23]
De acordo com a sinopse, o nova caso do detetive Hercule Poirot acontece durante um voo de Paris a Londres. A vítima é Madame Giselle e a arma do crime é uma ZARABATANA, utilizada para cravar um dardo envenenado no pescoço da mulher.
Mas quem conseguiria utilizar uma zarabatana dentro de um avião? E sem ser visto por ninguém? Todos os passageiros são interrogados pela polícia. O detetive Hercule Poirot começa a investigação, mas desta vez os riscos são altos – afinal, é um dos principais suspeitos do crime.
É um caso simples e modéstia à parte, o assassino bem fácil de ser identificado. Achei o Poirot mais lento nessa investigação, não pela esperteza dos envolvidos, mas pela quantidade de locais e investigadores que ele teve que lidar.
O inspetor Japp também está presente esse caso, e o mais inusitado é que ele mais ajudou do que atrapalhou.
Teve um núcleo sobre uma filha perdida e a autora foi bem feliz na condução para enganar não só o detetive como também os leitores. O fato de Poirot ser considerado um dos suspeitos do crime também foi bem inusitado, mas o detetive não deixou a peteca cair e saiu bem da situação.
Não foi um dos meus favoritos do Poirot, porque senti falta das suas tiradas ranzinzas e debochadas. Acho que estar envolvido diretamente na história minou a personalidade hostil do detetive.
Li a edição da L&PM e não tive problemas. É bem razoável.