Três Contos -

    Umberto Eco, Eugenio Carmi (Ilustrador)

    [Lisboa] Gradiva
    2021
    116 páginas
    3h 52m
    ISBN-13: 9789897850660
    Português

    Este livro reúne três contos clássicos do autor que é considerado um dos maiores intelectuais da actualidade: Umberto Eco. A guerra é posta no banco dos réus nestes três contos alegóricos, em que, por meio de linguagem adequada ao público adolescente, o autor, apoiado por belíssimas ilustrações do abstracionista Eugenio Carmi, faz reflectir sobre a necessidade da tolerância na solução de conflitos e de se legar a todos e às gerações futuras um planeta preservado e sustentável. As consequências do ódio nas relações sociais e do consumo desenfreado são questionadas por Umberto Eco com lirismo, mas também ironia e até sarcasmo. ==== https://osrascunhos.com/2021/11/09/tres-contos-umberto-eco-e-eugenio-carmi/ ==== [Autores]: Umberto Eco (1932-2016) foi um eminente filósofo, medievalista e semiólogo italiano. Estreou-se na narrativa com O Nome da Rosa (Prémio Strega 1981), a que se seguiram O Pêndulo de Foucault, A IIha do Dia Antes, Baudolino, A Misteriosa Chama da Rainha Loana, O Cemitério de Praga e Número Zero. Entre as suas numerosas obras ensaísticas (académicas e outras), destacam-se: O Signo, Os Limites da Interpretação, Kant e o Ornitorrinco, A Passo de Caranguejo, Construir o Inimigo e outros escritos ocasionais, Obra Aberta, Dizer Quase a Mesma Coisa - Sobre a Tradução, Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas e Aos Ombros de Gigantes. Organizou ainda os livros ilustrados História da Beleza, História do Feio e História das Terras e dos Lugares Lendários. Eugenio Carmi (1920 - 2016) foi um pintor e escultor italiano. É considerado um dos principais expoentes do abstracionismo na Itália. Nascido em Génova, em 1938 Carmi mudou-se para a Suíça por causa das leis raciais impostas por Benito Mussolini. Formou-se em Química e voltou para a Itália após a guerra, onde estudou pintura com Felice Casorati e escultura com Guido Galletti. No início dos anos 1950, Carmi abandonou o estilo informal e adoptou um rigor geométrico nas suas obras. Os seus trabalhos costumavam usar materiais fabris, como aço soldado e ferro. Entre 1958 e 1965, Carmi colaborou com a siderúrgica Italsider (mais tarde Ilva) como responsável pela imagem. Em 1963 fundou com Flavio Costantini e Emanuele Luzzati a cooperativa de artistas Galleria del Deposito. Amigo próximo de Umberto Eco, colaborou com ele em vários projectos. Também ensinou em várias universidades.

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