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    The Long Walk -

    Richard Bachman, Stephen King

    Gallery Books
    2018
    311 páginas
    10h 22m
    ISBN-13: 9781501144264
    3.9
    133 avaliações
    Leram203Lendo18Querem119Relendo0Abandonos2Resenhas20
    Favoritos0Desejados119Avaliaram133

    Against the wished of his mother, sixteen-year-old Ray Garraty is about to compete in the annual grueling match of stamina and wits known as the Long Walk. One hundred boys must keep a steady pace of four miles per hour without ever stopping... with the winner being awarded "The Prize" - anything he wants for the rest of his life. But, as part of this national tournament that sweeps through a dystopian American year after year, there are some harsh rules that Garraty and ninety-nine other must adhere to in order to beat out the rest. There is no finish line - the winner is the last man standing. Contestants cannot receive any outside aid whatsoever. Slow down under the speed limit and you're given a warning. Three warnings and you're out of the game - permanently...

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    Gustavo Dahmer picture
    Gustavo Dahmer05/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Horror, agonia e tensão - Palavras que definem esse livro

    O livro conta a história de Garraty, um rapaz de 16 anos que decide participar de uma competição conhecida como “The Long Walk”. Essa competição conta com 100 garotos adolescentes e o objetivo é caminhar, isso mesmo, caminhar pelo maior tempo possível. Todos devem caminhar indefinidamente à uma velocidade maior que 4 milhas por hora. Caso o competidor fique abaixo dessa velocidade ele recebe um aviso, podendo receber até 3 avisos. Ao receber o quarto, bem, você morre... o ganhador é o último que restar nessa belíssima prova. História: A história do livro é muito boa, se desenvolve muito bem, apresentando aos poucos os personagens e as situações pelas quais eles passam durante a prova e, claro, pelas situações que passaram durante suas vidas. É um livro que te deixa com uma agonia durante o tempo todo, de realmente não saber o que está para acontecer, de quem será o próximo a morrer e de como as coisas podem mudar de um segundo para o outro. Fluidez: Esse era um aspecto que me preocupava antes de eu ler o livro, pois imaginei que uma história de mais de 300 páginas sobre personagens caminhando indefinidamente poderia ser cansativa e lenta. Mas, muito pelo contrário, por mais que tenha sido um livro em inglês, não senti falha na fluidez em momento algum. A todo momento havia algo novo sendo apresentado, mesmo que de maneira meio misteriosa, conversas interessantes, situações inesperadas, enfim, acredito que ao longo de todo o livro ele conseguiu se desenvolver muito bem. Ambientação: Gostei bastante da ambientação do livro, ainda mais por ela deixar um tom de mistério e de dúvida em relação ao universo. Isto é, muitas coisas são deixadas em aberto, sobre o país em que se passa a história, sobre a vida de alguns personagens, sobre o porquê essa prova existir, entre outras coisas. Mesmo assim, isso causa uma sensação de mistério e dúvida que é muito instigante e interessante. Assim, mesmo não dando todas as respostas, o livro ficou muito bem ambientado. Personagens: Esse talvez seja o principal ponto do livro, afinal, são 100 adolescente andando por dias em uma estrada sem fim, obviamente os personagens são um grande foco na história. Não sei se pelo livro ser em inglês (e ser minha primeira vez lendo um livro nesse idioma) mas tive grande dificuldade de imaginar os personagens, de criar eles na minha cabeça, tanto que a maioria não tem um rosto definido para mim. Além disso, poucos tem suas histórias realmente contadas, mas as poucas histórias que são contadas criam uma dimensão muito interessante no livro, mostrando que aqueles 100 garotos não são apenas números, mas cada um possui suas histórias, suas inspirações e seus objetivos para com a competição. Final: Já vou avisando que se você gosta de um final bem fechadinho, talvez esse final vá te decepcionar. Isso porque ele é bem duvidoso, tanto que quando eu li ele em inglês eu não entendi direito e imaginei que era por causa do meu inglês. Mas então fui pesquisar na internet e realmente existem enormes discussões sobre exatamente o que ocorreu no final da história. Mesmo assim, acredito que o final seja um bom final, mesmo deixando na curiosidade, mas sinto que falta se escrever um livro sobre o futuro do vencedor, se é que ele teve algum futuro... Edição: Sobre a edição, honestamente, paguei em torno de R$ 70,00 no livro e a edição não é das melhores não. Por dentro tudo bem, os capítulos são bem separados e tudo mais. Mas a minha impressão é que foi economizado ao máximo para a impressão do livro, visto que as folhas são bem finas e a capa muito fácil de ser dobrada, sendo também bem fina. Dessa forma acredito que a edição não seja das melhores. Portanto, vale a pena ler o livro? Vale sim, muito a pena, o mistério e a sensação de não saber o que vai ocorrer em sequência é muito boa e motiva a ler cada nova página. Infelizmente a edição não é das melhores e não é simples de se encontrar esse livro em português, o que dificulta para quem não domina outro idioma. De qualquer forma, a história em si é muito boa, os sentimentos que o livro provoca são bem fortes e um final bem interessante e curioso. Se você gosta de um bom horror, essa é uma ótima história para se ler.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 133
    • 5 estrelas24%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas1%
    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King) profile picture

    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King)

    Richard Bachman (1942–1985) é um pseudônimo (assim como um personagem fictício) do autor de ficção de terror americano Stephen King. King interpreta Bachman na terceira temporada da série de televisão FX "Sons of Anarchy". No início da carreira de King, a opinião geral entre os editores era de que um autor estava limitado a um livro por ano, já que publicar mais seria inaceitável para o público. King, portanto, queria escrever sob outro nome para aumentar sua publicação sem saturar demais o mercado para a "marca" King. Ele convenceu sua editora, Signet Books, a imprimir esses romances sob um pseudônimo. Em sua introdução ao "Os Livros de Bachman", King afirma que adotar o pseudônimo Bachman também foi uma tentativa de dar sentido à sua carreira e tentar responder à questão de saber se seu sucesso foi devido ao talento ou à sorte. Ele diz que lançou deliberadamente os romances de Bachman com a menor presença de marketing possível e fez o possível para "carregar os dados contra" Bachman. King conclui que ainda não encontrou uma resposta para a pergunta "talento versus sorte", pois sentiu que foi descoberto como Bachman muito cedo para saber. O livro de Bachman Thinner (1984) vendeu 28.000 cópias durante sua tiragem inicial - e depois dez vezes mais quando foi revelado que Bachman era, de fato, King. O pseudônimo King originalmente selecionado, Gus Pillsbury, é o nome do avô materno de King, mas no último momento (devido ao pseudônimo ser divulgado) King o mudou para Richard Bachman. "Richard" é uma homenagem ao pseudônimo de longa data do autor de crimes Donald E. Westlake , Richard Stark. (O sobrenome Stark foi usado mais tarde no romance de King The Dark Half, no qual o pseudônimo malévolo de um autor, "George Stark", ganha vida). "Bachman" foi inspirado por Bachman-Turner Overdrive, uma banda de rock and roll que King estava ouvindo na época; seu editor pediu que ele escolhesse um pseudônimo na hora. King forneceu detalhes biográficos para Bachman, inicialmente nas sinopses "sobre o autor" nos primeiros romances. Os "fatos" conhecidos sobre Bachman eram que ele nasceu em Nova York, serviu um período de quatro anos na Guarda Costeira , que ele seguiu com dez anos na Marinha Mercante. Bachman finalmente se estabeleceu no centro rural de New Hampshire, onde administrava uma fazenda leiteira de tamanho médio, escrevendo à noite. Seu quinto romance foi dedicado à esposa, Claudia y Inez Bachman, que também recebeu crédito pela foto falsa do autor na capa do livro. Outros "fatos" sobre o autor foram revelados em despachos publicitários dos editores de Bachman: os Bachmans tiveram um filho, um menino, que morreu em um infeliz acidente ao estilo Stephen King aos seis anos de idade, quando caiu em um poço e se afogou. Em 1982, um tumor cerebral foi descoberto perto da base do cérebro de Bachman; cirurgia complicada removeu-o. Depois que a verdadeira identidade de Bachman foi revelada, despachos publicitários posteriores (e sobre o autor ) revelaram que Bachman morreu repentinamente no final de 1985 de "câncer do pseudônimo".

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    Maine, Estados Unidos da América

    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King)